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sábado, 15 de setembro de 2018

Haddad rebate críticas ao PT e culpa adversários pela crise no País

Haddad

Em sabatina no "Jornal Nacional", o candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, rebateu, nesta sexta-feira, as principais críticas às gestões de Lula e de Dilma e culpou os adversários da sua legenda (principalmente integrantes do PSDB e MDB) e pela crise político-econômica no Brasil nos últimos anos. O presidenciável se defendeu ainda de denúncias contra sua administração como prefeito de São Paulo e prometeu, se eleito, um futuro de "desenvolvimento econômico com inclusão". 

Haddad foi o último dos principais presidenciáveis a participar da série de entrevistas do telejornal mais visto do País. O motivo é que, só na última terça-feira, ele foi oficializado perante à Justiça Eleitoral como substituto do ex-presidente Lula, preso e condenado na Lava-Jato por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. 

Defesa 

Haddad disse perdeu a reeleição à Prefeitura de São Paulo, em 2016, porque o eleitor "foi induzido a erro". Para ele, a crise daquele ano fez com que seu partido virasse "o demônio do País". 

O candidato refutou o selo de candidato "poste", indicado pelo ex-presidente Lula, e disse que foi escolhido pelo padrinho, para disputar a prefeitura paulistana em 2012 porque foi "o melhor ministro da Educação". 

Haddad disse ainda que os presidente Lula e Dilma Rousseff, que nomearam ministros que, muitas vezes, votaram contra petistas no Supremo Tribunal Federal (STF), nunca fizeram as nomeações pensando em como os juízes se posicionariam. "Nunca partidarizamos o Judiciário", garantiu. 

Delação premiada 

O candidato fez ainda críticas à prática de delação premiada e evitou fazer uma autocrítica sobre a participação de integrantes de seu partido nos escândalos do mensalão e do petrolão. "Eu não condeno ninguém por antecipação", disse Haddad, acrescentando que os governos do PT "fortaleceram os mecanismos de fiscalização" e de combate à corrupção. 

No mais recente Datafolha, divulgado nesta sexta, Haddad chegou a 13% e está empatado numericamente em segundo lugar com Ciro Gomes (PDT). Lidera a corrida, segundo o levantamento, Jair Bolsonaro (PSL), com 26% das intenções de voto. Com informações do Diário do Nordeste.

Ceará registra primeira morte, em 2018, por chikungunya

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O Ceará registrou o primeiro óbito por chikungunya em 2018. A morte ocorreu em Fortaleza, conforme informações do Boletim de Doenças de Notificação Compúlsória divulgado semanalmente pela Secretaria Estadual da Saúde (Sesa).

O levantamento refere-se às notificações registradas até o dia 8 de setembro, perído registrado como 36ª semana epidemiológica. Segundo informações do boletim, este ano foram notificados 1.194 casos de Chikungunya no Estado. Desse total, 485 casos foram em Fortaleza, que também registrou o único óbito.
Já os casos de zika vírus foram contabilizados 33 na população geral e 4 em gestantes. O Estado também teve, até a 36ª semana epidemiológica, 2.884 casos de dengue, 20 casos de dengue grave e nove óbitos.

Entre janeiro e junho, os casos de mortes por arboviroses no Ceará apresentaram redução de 95%, conforme noticiou o Diário do Nordeste. A queda, no período, foi de 95% dos óbitos por dengue, chikungunya e zika. Em 2017, as três doenças juntas mataram 208 pacientes.

Dados até a 36ª Semana Epidemiológica:

Chikungunya
Óbito - 1
Casos - 1.194
Dengue
Óbito - 9
Casos graves- 20
Casos - 2.884

Zika Vírus
Casos em gestantes - 4
Casos - 33

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