A Polícia prendeu nessa terça-feira, 06, uma mulher suspeita de participar do assassinato do sanfoneiro Lucas Souza, de 22 anos, em um bar no município de Fortaleza. O caso ocorreu no Bairro Sítio São João, na Grande Messejana, na madrugada de ontem.
Conforme a Polícia, a mulher, identificada como Cristielen da Cunha Alves, de 18 anos, foi presa em um apartamento no mesmo bairro onde o crime aconteceu.
Em depoimento, Cristielen revelou que ela e uma amiga entraram no bar e pediram uma cerveja, com o objetivo de observar a movimentação do local e repassar informações para outros dois suspeitos que estavam do lado de fora do estabelecimento. Minutos depois, o assalto foi anunciado pela dupla que entrou.
Na ocasião, o proprietário do bar reagiu e feriu um dos suspeitos com um golpe de facão. Foi quando Lucas tentou proteger um amigo e acabou sendo alvejado com um disparo de arma de fogo, que atingiu seu abdômen, vindo a morrer em seguida.
No apartamento da mulher foram encontrados documentos, bolsas, aparelho celular e outros pertences das vítimas do assalto, além de existir marcas de sangue no local.
Cristielen, que foi encaminhada para o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) após ser ouvida no 30º Distrito Policial, no Bairro Conjunto São Cristóvão, também é suspeita de participar de um ataque a ônibus que ocorreu em janeiro deste ano, quando ainda não tinha 18 anos.
Os demais suspeitos já foram identificados e estão sendo procurados.
Com informações Repórter Ceará
Bolsonaro afirma que vai privatizar Correios
O presidente Jair Bolsonaro afirmou na manhã desta terça-feira (6),que vai privatizar os Correios. O anúncio foi feito durante a cerimônia de abertura do 29º Congresso Expofenabrave em São Paulo, organizado pela associação de concessionárias de veículos. As informações são do Valor Econômico.
Ao participar do evento, Bolsonaro disse a plateia que está tomando uma série de medidas para "destravar a vida de vocês" e afirmou: "Vamos privatizar os Correios". O anúncio foi aplaudido pelos presentes.
O presidente voltou a afirmar que "não entende de economia", justificando que mudou sua visãosobre as privatizações ao deixar de ser "estatizante".
Ele disse que vê sinais de recuperação da economia brasileira, mas reconheceu que a atual situação do País "está complicada". Ele também lembrou da liberação dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e da parcela do 13º como medidas para aquecer o mercado


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