Uma situação rara chamou a atenção- e até assustou-, nesta sexta-feira (16), moradores de São Luís do Curu, Litoral Oeste do Estado.
Um idoso de 61 anos foi socorrido ao hospital municipal após apresentar sinais vitais durante o próprio velório realizado na capela do Cemitério São Miguel, no mesmo município.
Um idoso de 61 anos foi socorrido ao hospital municipal após apresentar sinais vitais durante o próprio velório realizado na capela do Cemitério São Miguel, no mesmo município.
De acordo Roberto Bezerra, filho da vítima, a família foi informada sobre a morte de Raimundo Bezerra de Souza por volta de 22 horas da última quinta-feira (15)."Ele estava internado há cinco dias, depois de uma trombose", conta. O paciente estava internado em um hospital em Itapipoca.
Durante o velório, algumas pessoas perceberam que Raimundo aparentava manter a respiração. Um morador relata ter aferido a pulsação, confirmando sinais vitais. Outros dizem que o corpo estava suando e apertando a mão de quem se aproximava do membro. Uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada, mas os médicos não constataram a informação.
O filho relata que já se pensava em fazer o sepultamento do idoso, quando outras pessoas reafirmaram os sinais vitais. Uma ambulância municipal foi chamada e levou o corpo dentro do caixão para o Hospital Antônio Ribeiro da Silva, em São Luis do Curu.
Danilson Feijó, diretor administrativo da unidade, conta que ele apresentou sinais vitais quando chegou, mas após novos exames, o óbito foi confirmado. O corpo foi novamente levado ao cemitério e sepultado.
Com informações do Cnews.
Roubo com uso de simulacros terá pena aumentada, prevê proposta na Câmara Federal
A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados aprovou proposta que aumenta em até a metade a pena de quem comete roubos com armas de brinquedo, armas de pressão, armas defeituosas ou simulando o uso de armas.
A pena é aumentada ainda que a simulação seja grosseira, desde que a vítima tenha sido atemorizada. A exceção são laçadores de água ou projéteis de espuma com cores diferentes de armas reais.
O texto também torna crime a posse, a guarda, o porte, o transporte, o empréstimo e o uso de simulacro ou réplica de arma de fogo sem autorização ou em desacordo com a legislação. A pena é de detenção de 1 a 3 anos, além de multa.
O texto aprovado é o parecer do deputado Aluisio Mendes (Pode-MA), que juntou os projetos de lei 166/19, 1444/19 e 2095/19 em um só texto.
Mendes incluiu na lei referência às armas de brinquedo, buscou reduzir o grau de subjetividade sobre o que seja o simulacro e também propôs aumento que seja inferior ao uso de arma real.
“A tipificação da conduta, além de responsabilizar os que assim agirem, terá o efeito pedagógico de, pela prevenção geral, desestimular essa mesma conduta”, argumentou.
A proposta ainda será analisada pela comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania antes de ir a voto no Plenário.
Com informações da Agência Câmara Notícias.
A pena é aumentada ainda que a simulação seja grosseira, desde que a vítima tenha sido atemorizada. A exceção são laçadores de água ou projéteis de espuma com cores diferentes de armas reais.
O texto também torna crime a posse, a guarda, o porte, o transporte, o empréstimo e o uso de simulacro ou réplica de arma de fogo sem autorização ou em desacordo com a legislação. A pena é de detenção de 1 a 3 anos, além de multa.
O texto aprovado é o parecer do deputado Aluisio Mendes (Pode-MA), que juntou os projetos de lei 166/19, 1444/19 e 2095/19 em um só texto.
Mendes incluiu na lei referência às armas de brinquedo, buscou reduzir o grau de subjetividade sobre o que seja o simulacro e também propôs aumento que seja inferior ao uso de arma real.
“A tipificação da conduta, além de responsabilizar os que assim agirem, terá o efeito pedagógico de, pela prevenção geral, desestimular essa mesma conduta”, argumentou.
A proposta ainda será analisada pela comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania antes de ir a voto no Plenário.
Com informações da Agência Câmara Notícias.

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