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sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Justiça manda soltar gaúcho que matou a tiros a esposa e o bebê do casal em Paracuru


Após quatro anos preso, à espera de julgamento, o empresário gaúcho Marcelo Barberena Moraes, será solto por ordem judicial. Fo o que decidiu o Superior Tribunal de Justiça (STJ), em sessão realizada na última terça-feira (6). Ele é acusado de ter assassinado, a tiros, a esposa e a filha do casal, um bebê de apenas 8 meses de vida. O crime ocorreu em uma casa veraneio, na cidade de Paracuru (a 100Km de Fortaleza), em 2015.

A decisão foi tomada pela Sexta Turma do STJ, em Brasília. Desde agosto de 2015, Barberena é mantido preso em uma unidade do Sistema Penitenciário cearense, após ser capturado pela Polícia Civil. O acusado tentou negar o crime, mas caiu em contradições e acabou sendo indiciado pelo duplo assassinato. O caso foi apurado pela então Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (hoje, departamento).

Na época, o caso teve grande repercussão na Imprensa local e causou revolta. Armado com um revólver, Barberena assassinou primeiro a esposa, a empresária Adriana Moura de Pessoa Carvalho Moraes, que tinha 38 anos de idade. Depois, saiu do quarto do casal e foi ao quarto ao lado, onde matou também o bebê, a pequena Jade Pessoa Carvalho Moraes, de apenas 8 meses.

Tornozeleira

Nas investigações presididas pela delegada Socorro Portela, então diretora da DHPP, foi concluído que o gaúcho matou a esposa depois de uma discussão com a esposa. Para simular que a casa havia sido assaltada, Barberena foi ao quarto e matou também o bebê. O crime ocorreu na madrugada do dia 23 de agosto de 2015. 

O STJ decidiu soltar o acusado por “excesso de prazo” na prisão sem que tenha sido realizado o julgamento. De acordo com o órgão, ele deverá cumprir medidas cautelares, como uso de tornozeleira, ficará impedido de deixar o Ceará e terá que se apresentar à Justiça a cada dois meses, até que ocorra seu julgamento pelo duplo assassinato.

(Fernando Ribeiro)

Juiz perdoa multa de trânsito de idoso de 96 anos que levava filho de 63 ao médico; vídeo

Comovido com a dedicação do idoso, o juiz não esperou mais explicações para decidir encerrar o caso e perdoar a multa.
O juiz do Tribunal Municipal da cidade de Providence, capital do estado norte-americano de Rhode Island, deparou-se, no último dia 28 de julho, com um caso que comoveu o público que acompanha seu trabalho judicial no programa de televisão Caught in Providence (“Pego em Providência”, em um trocadilho com o nome da cidade). O magistrado Francesco Caprio ficou conhecido por julgar de forma justa e sensível alguns pequenos delitos ocorridos em sua cidade.

Desta vez, o acusado era o aposentado Victor Coella, de 96 anos, que se apresentou na sala de audiência para ser julgado por excesso de velocidade em uma zona escolar. Acontece que, ao se defender, o idoso explicou ao juiz que dirige raramente e que sempre está dentro dos limites de velocidade, porém, no dia em que foi multado, ele estava preocupado com algo mais importante.

“Estava indo para fazer os exames de sangue do meu filho. Ele é deficiente motor”, disse Coella. “Eu o levo para fazer essas análises a cada 15 dias porque ele tem câncer”, explicou emocionado. Durante sua defesa, Coella também contou que seu filho tem 63 anos e que continua cuidando dele.

Comovido com a dedicação do idoso, o juiz não esperou mais explicações. “Você é um bom homem. Está aqui com 90 anos e continua cuidando de sua família. É algo maravilhoso que você faz”, elogiou Caprio. Ele ainda aproveitou para fazer uma brincadeira envolvendo seu próprio filho que estava assistindo ao julgamento ali no tribunal: “Agora ele vai me cobrar dizendo que quando eu tiver 90 anos ainda precisarei levá-lo aos lugares. Você colocou muita pressão sobre mim”.

Caprio então decidiu concluir o caso e perdoar a multa. “Desejo tudo de melhor para você e seu filho e que espero que o senhor tenha muita saúde ainda. Seu caso está encerrado”, decretou Caprio.

Veja o vídeo (ative as legendas):


(Sempre Família)

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