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quarta-feira, 6 de junho de 2018

Bolsonaro lidera corrida presidencial em 1º e 2º turnos; Doria e Alckmin têm mesmo patamar, diz pesquisa

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O pré-candidato do PSL à Presidência, deputado Jair Bolsonaro (RJ), lidera a disputa presidencial com apoio que varia de 21% a 25% dependendo do cenário, tendo como rival mais próximo o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) com 12%, enquanto os tucanos Geraldo Alckmin e João Doria têm empate técnico com 7% e 6%, de acordo com pesquisa DataPoder360 divulgada nesta terça-feira (05).

Bolsonaro também vence todos os adversários nas simulações de segundo turno, com ao menos 10 pontos de vantagem contra todos os concorrentes. O deputado venceria a ex-ministra Marina Silva (Rede) por 35% a 25% dos votos, derrotaria Ciro por 34% a 21 % e também venceria o tucano Alckmin (31 a 20) e o petista Fernando Haddad (35 a 20), segundo levantamento feito por telefone --o que gera controvérsia entre os grandes institutos de pesquisa--, publicado no site Poder360.

O DataPoder360, divisão de pesquisas do portal de notícias Poder360, entrevistou 10.500 pessoas em 349 cidades das cinco regiões do país, de 25 a 31 de maio. O levantamento tem margem de erro de 1,8 ponto percentual, segundo o portal.

Na pesquisa, ex-prefeito de São Paulo João Doria, que atualmente postula ao governo paulista, foi testado pela primeira vez este ano em um levantamento sobre o Planalto, ante expectativas de setores do PSDB de que poderia ter resultado melhor que Alckmin, o pré-candidato oficial do partido, mas isso não se confirmou.

Em cenários separados, os dois tucanos ficaram em empate técnico, Doria com 6% e Alckmin com 6% ou 7%, dependendo do cenário, segundo o levantamento.

A pesquisa confirmou liderança de Bolsonaro no primeiro turno com ao menos 10 pontos de vantagem sobre o segundo colocado, que foi o pedetisa Ciro Gomes nos três cenários pesquisados.

O levantamento não incluiu o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que atualmente está preso condenado em 2ª instância no âmbito da operação Lava Jato, o que deve inviabilizar sua candidatura devido à Lei da Ficha Limpa. Em pesquisas que incluem seu nome, Lula tem aparecido na primeira colocação, à frente de Bolsonaro.

Incluído como representante do PT na disputa, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad recebeu entre 6% e 8% de apoio, enquanto a ex-ministra Marina Silva ficou com entre 6% e 7%.

O senador Álvaro Dias (Podemos) registrou apoio entre 5% e 6%, a deputada estadual Manuela D'Ávila (PCdoB) ficou com 2% e quatro candidatos ficaram com 1%: o ex-ministro Henrique Meirelles (MDB), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), o empresário Flávio Rocha (PRB) e o ex-presidente Fernando Collor (PTC).

O percentual somado das pessoas que dizem escolher votar em branco, nulo ou que ainda não sabem em quem votar foi de 36% a 40%, de acordo com o Poder360.
 
Com informações do  Reuters .

Número de homicídios no Ceará dobra em 10 anos, diz Atlas da Violência

O número de homicídios no Ceará dobrou em período de 10 anos, de acordo com o Atlas da Violência 2018, documento elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e divulgado nesta terça-feira (5). O levantamento aponta que em 2006 foram registrados 1.792 homicídios, enquanto em 2016 foram 3.642 crimes do tipo, o que representa aumento de 103,2%.

Em 2016, último ano analisado pela pesquisa, o Ceará apareceu como o 7º estado mais violento do Brasil e o 3º do Nordeste, atrás da Bahia (7.171) e de Pernambuco (4.442). Ainda assim, o levantamento mostra que o número de homicídios no estado tem diminuído. Em 2013, chegou-se à marca de 4.473 mortes violentas no Ceará.

Além disso, o número de homicídios por arma de fogo saltou em 174,3%. Foram 1.060 crimes em 2006, enquanto 2016 o número alcançou 2.908 casos. Em 2014, esse índice chegou a 3.795 casos.

O número de jovens assassinados no Ceará também representou um aumento de 123,4%. passando de 941 casos em 2006 para 2102 em 2016. Isso significa que 57% de todos os homicídios de 2016 foram contra jovens entre 15 e 29 anos.

Os índices de homicídios contra pessoas negras segue a mesma tendência de crescimento no período. A taxa de mortes violentas de negros por cada 100 mil habitantes saiu de 18, em 2006, para 38,9 em 2016, o que representa uma mudança de 116,2%. O número apresenta grande contraste com os homicídios contra não-negros. Apesar de também representar um aumento, os índices aumentaram 41,4%, passando de 5,9 casos por cada 100 mil pessoas, para 8,3 por 100 mil habitantes.

O número de homicídios de mulheres também passou por aumento, foram 218 em 2016, contra 134 em 2006, um aumento de 62,7%. Em relação a raça das mulheres assassinadas, o índice de negras sofreu um aumento de 95,2%, passando de 2,4 por cada 100 mil habitantes em 2006 para 4,6 dez anos depois. O índice de mulheres não-negras, por sua vez, diminuiu em 9,7%, indo de 1,1 por 100 mil habitantes em 2006, para 1,0 em 2016.

Com informação do G1 Ceará.