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sexta-feira, 3 de março de 2017

Após sucesso da proposta, Senado irá discutir fim do desarmamento



Uma pesquisa de Ideia Legislativa proposta pelo Senado Federal fez sucesso nos últimos dias. Tratando do fim do Estatuto do Desarmamento, a ideia precisaria receber 20 mil apoios até o início do mês de março para tornar-se uma Sugestão Legislativa e ser debatida por senadores. Poucos dias antes do fim do prazo, a ideia já contava com mais do dobro de apoios necessários, quase 40 mil.

A ideia foi proposta por Anderson Alves, de Alagoas, e explicava que o estatuto precisava voltar ao debate, uma vez que a sua implementação não teria tido o efeito desejado, que era a solução da violência, de acordo com a explicação dada no site do Senado. Ao contrário, o Brasil tem enfrentado grandes índices de criminalidade, e a revogação do Estatuto do Desarmamento tem sido requisitado por muitos cidadãos, que inclusive uniram-se em diversos protestos e marchas em diversas cidades, reunindo milhares de pessoas.
"Ainda segundo Anderson Alves, há anos os brasileiros votaram a favor do desarmamento com a esperança de que a violência fosse solucionada ou ao menos reduzida, porém o que aconteceu foi o crescimento da sensação de impotência e insegurança e, por esta razão, “o estatuto deveria ser revogado, devolvendo ao cidadão o direito à ampla defesa”.
Os protestos pelo direito ao armamento e à defesa ocorreram neste dia 19 de fevereiro, nas principais capitais do país. Outros protestos, marcados para o mês de março, estão sendo organizados e amplamente divulgados.

Um dos eventos cruciais para a retomada da discussão do direito ao porte de armas foi a recente greve dos Policiais Militares no Espírito Santo, que enfrentou uma onda de crimes e perigo por dez dias, enquanto a PM permaneceu em greve a fim de exigir melhores salários e condições de trabalho.

Atualmente, a permissão de porte de armas de fogo é dada mediante situações específicas, desde que o cidadão comprove devida necessidade, preferencialmente relacionada à atividade profissional ou risco e ameaça direta, além de comprovação de capacidade técnica e aptidão psicológica, entre outros requerimentos, tornando o porte bastante restrito.

Figuras políticas como o deputado federal Jair Bolsonaro já declararam publicamente, em diversas ocasiões, serem contra o Estatuto, de forma que o movimento tem ganhado força nos últimos meses.

Fonte: CenárioMT

BARBÁRIE: Indiana é cremada viva após hospital errar ao declarar morte; polícia investiga viúvo



Uma mulher foi cremada viva na Índia depois que um hospital local errou ao declará-la morta, segundo a polícia. Os médicos do Hospital Sharda, do estado indiano de Uttar Pradesh, sustentaram que Rachna Sisodia, de 24 anos, havia morrido de infecção pulmonar e a entregaram para a família. Na mesma madrugada, o viúvo, Devesh Chaudhary, dirigiu com o “corpo” da mulher até a cerimônia de sepultamento.

Acontece que, durante a cerimônia, um parente desconfiou que Rachna estivesse viva e a retirou da pira do funeral. Ela já não mostrava sinais vitais — mas a necrópsia constatou partículas carbonizadas na traqueia e nos pulmões da jovem que não estariam lá, segundo a polícia indiana, se ela não estivesse respirando no momento da cremação.

— Isso acontece quando alguém é queimado vivo. As partículas vão com a respiração. Se a pessoa está morta, elas não alcançam o pulmão e a traqueia — explicou o porta-voz da polícia local.

A equipe médica do hospital manteve a posição de que Rachna já estava morta. Mas dois médicos que trabalharam na necrópsia descartaram a morte por infecção pulmonar e concluíram que a jovem morrera pelo “choque causado por ser queimada viva”. Ainda assim, as autoridades aguardam o exame de DNA que vai confirmar que o corpo carbonizado era de Rachna, já que os peritos não conseguiram identificá-la após os danos da cremação.

Segundo um tio de Rachna, Kailash Singh, a jovem perdeu contato com a família em dezembro do ano passado. Os parentes tentaram procurá-la, sem sucesso, na cidade em que descobriram que ela passara a viver ao lado de Devesh. No dia 23 de fevereiro, ela foi admitida no hospital com febre, tremores, falta de ar, dor abdominal e palpitações. Teria morrido dois dias depois.

A polícia agora investiga se Devesh está envolvido na morte da mulher e conduz inquérito contra ele e mais onze pessoas — todos hoje com paradeiro desconhecido. À mídia local, o marido defendeu que é alvo da polícia a pedido de seu próprio tio, que deseja sua propriedade.

Fonte: Extra.globo