Iryna Zarutska foi brutalmente assassinada na cidade de Charlotte.
Um vídeo de câmeras de segurança revelado recentemente mostra os momentos finais de vida da jovem Iryna Zarutska, refugiada ucraniana que foi brutalmente assassinada por um homem identificado como Decarlos Brown dentro de um trem na cidade de Charlotte, no estado americano da Carolina do Norte, no último dia 22 de agosto.
Nas imagens, Decarlos levanta repentinamente e ataca de forma violenta Iryna com golpes do que seria um canivete. A jovem, por sua vez, se encolhe no banco e olha com o rosto aterrorizado para seu agressor. Instantes depois, ela cai no chão do trem e morre no local. Apenas cerca de um minuto e meio após o ataque é que os outros passageiros tentam socorrer Iryna.
TRUMP SE PRONUNCIA
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu nesta quarta (10) a pena de morte para Decarlos, a quem chamou de “animal”.
– O animal que matou de forma tão violenta a bela jovem da Ucrânia, que veio para os Estados Unidos em busca de paz e segurança, deve receber um julgamento rápido (sem dúvida!) e ser condenado apenas com a pena de morte. Não pode haver outra opção – escreveu Trump, na plataforma Truth Social.
Na última terça (9), o presidente americano instou o governo a ser “implacável” com os criminosos e a responder com “força e determinação”.
– Temos que ser impiedosos como eles. Essa é a única coisa que eles entendem – declarou Trump.
Decarlos possui um longo histórico criminal, incluindo condenações por roubo à mão armada, furto qualificado e invasão de domicílio. O homem passou mais de oito anos preso por roubo com arma perigosa, de acordo com registros criminais estaduais. No início de 2025, Brown foi acusado de usar indevidamente o serviço de emergência dos EUA.
DEPARTAMENTO DE JUSTIÇA ABRE ACUSAÇÃO
Nesta semana, o Departamento de Justiça acusou Brown de um crime federal em uma denúncia criminal apresentada no Tribunal para o Distrito Ocidental da Carolina do Norte. O acusado enfrenta a possibilidade de ser condenado à prisão perpétua ou à pena de morte.
Essas acusações são adicionais às apresentadas anteriormente na Justiça estadual, na qual o homem foi acusado de assassinato em primeiro grau, que também é punível com prisão perpétua ou pena de morte na Carolina do Norte, um estado onde há uma moratória sobre as execuções desde 2006.
MORTE DE CHARLIE KIRK
A repercussão da morte de Iryna ocorre também em meio ao assassinato de Charlie Kirk, comentarista conservador e cofundador da organização juvenil Turning Point USA, que foi morto nesta quarta após ser baleado durante um evento na Universidade de Utah Valley.
Fundador da Turning Point USA em 2012, quando tinha apenas 18 anos, Kirk se tornou uma das vozes mais conhecidas do conservadorismo americano, ganhando espaço na mídia e atuando como aliado próximo de Trump.
A polícia chegou a deter um homem no campus da universidade, mas confirmou que ele não era o autor dos disparos. As autoridades ainda não esclareceram se o atirador foi identificado ou se continua foragido.
*Com informações EFE
STF forma maioria para condenar Bolsonaro
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), formou maioria nesta quinta-feira (11), para condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e os demais réus por tentativa de golpe de Estado.
A decisão foi confirmada com o voto da ministra Cármen Lúcia, que acompanhou os posicionamentos dos ministros Alexandre de Moraes, relator do caso, e Flávio Dino.
Até agora, o único voto pela absolvição do ex-presidente foi do ministro Luiz Fux.
Além de Bolsonaro, a Turma formou maioria pela condenação de:
- Alexandre Ramagem, deputado federal ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin);
- Almir Garnier, ex-comandante da Marinha;
- Anderson Torres, ex-ministro da Justiça;
- Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI);
- Mauro Cid, ex-ajudante de ordens da Presidência;
- Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa;
- Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil de Bolsonaro e candidato a vice na chapa de Bolsonaro em 2022.
Os réus respondem por cinco crimes:
- Organização criminosa armada;
- Tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito;
- Golpe de Estado;
- Dano qualificado pela violência e grave ameaça;
- Deterioração de patrimônio tombado.
A única exceção é Ramagem. Em maio, a Câmara dos Deputados aprovou o pedido para suspender a ação penal contra ele. Com isso, o deputado responde apenas por três crimes: organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado.
Matéria em atualização…
(Diário do Poder)


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