Avança a reconstrução do Mercado Wilson Roriz, no Centro do Crato. Atualmente, a obra está na fase de execução da superestrutura, assim como das paredes, painéis e das instalações. Quando concluído, o equipamento impulsionará o turismo, a cultura e a economia do Crato. A expectativa é de que sejam gerados 150 empregos diretos. A obra receberá investimentos de mais de 10 milhões de reais.
Na última segunda-feira, 3, a obra recebeu a visita do prefeito André Barreto, juntamente com o Secretário de Infraestrutura, Lucas Maximino, para acompanhar de perto os serviços. Na ocasião, o prefeito anunciou que a meta é inaugurar o equipamento no mês de junho, entregando à população esse importante equipamento, que hoje representa uma das mais importantes obras voltadas para a geração de emprego e desenvolvimento econômico do Município.
O projeto prevê dois pavimentos, com ampla praça de alimentação (248 lugares), 14 lojas externas, 07 boxes para açougue, 02 quiosques para verduras, 16 boxes para alimentação e 28 para uso geral, espaço para shows, feiras e eventos.
O mercado também contará com um auditório, que terá capacidade para 56 pessoas, além de duas salas direcionadas à capacitação dos permissionários e de jovens que estão em busca de trabalho, por meio de parcerias com o SEBRAE e o SENAC, sala de atendimento do SINE/IDT, uma grande loja e um centro de exposição e comercialização do vasto e primoroso artesanato regional.
A Secretaria de Infraestrutura do Crato destaca que também será revitalizada a Rua Padre Pita, o beco por trás do mercado, que receberá em toda a sua extensão piso intertravado.
Cármen Lúcia mantém investigação contra Bolsonaro

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro para anular o inquérito que investiga a fraude em certificados de vacinação contra a covid-19.

Em dezembro do ano passado, a defesa de Bolsonaro requereu ao Supremo a anulação ao apontar supostas ilegalidades que teriam sido cometidas pelo relator do caso, ministro do STF Alexandre de Moraes.
Os advogados acusaram Moraes de atuar como “relator e acusador” na investigação e afirmaram que o inquérito foi aberto pelo ministro antes de parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR), formalidade que deveria ser cumprida legalmente.
Ao analisar o caso, Cármen Lúcia entendeu que a defesa não comprovou as ilegalidades que poderiam anular o caso. A decisão foi assinada no dia 30 de janeiro.
“Não há nos autos elementos que comprovem a omissão para a apreciação de recursos e pedidos formulados pelo impetrante, ausentes os requisitos legais autorizadores desta impetração, na esteira da consolidada jurisprudência deste Supremo Tribunal, indefiro o presente mandado de segurança”, decidiu a ministra.
No ano passado, Bolsonaro, seu ex-ajudante de ordens, tenente-coronel Mauro Cid, e mais 15 acusados, foram indiciados pela Polícia Federal. Após o indiciamento, o inquérito foi enviado para a PGR decidir se uma denúncia será oferecida ao STF contra o ex-presidente e os demais investigados.
De acordo com as investigações, a fraude para inclusão de informações falsas no sistema do Ministério da Saúde tinha o objetivo de facilitar a permanência de Bolsonaro nos Estados Unidos, país que adotou medidas sanitárias contra estrangeiros que não se vacinaram contra a covid-19.
No dia 30 de dezembro de 2022, um dia do término do mandato, Bolsonaro viajou para os Estados Unidos. Dias depois, em 8 de janeiro de 2023, as sedes dos Três Poderes foram invadidas e depredadas.
Por Agência Brasil

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