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terça-feira, 14 de março de 2017

Você dorme com celular debaixo do travesseiro? Pare agora


Lembra esta história? Uma norte-americana dormia quando seu iPhone 7 Plus começou a fumegar bem perto de sua cabeça, no criado-mudo. O namorado viu, levou o aparelho para o banheiro e filmou o celular derretendo. Os casos envolvendo as baterias explosivas da linha Galaxy da Samsung também foram numerosos, inclusive com algumas queimaduras registradas.

Histórias assim deveriam assustar quem deixa o smartphone carregando noite adentro, muitas vezes perto da cabeça. Mas quem nunca mandou mensagem para o crush e dormiu esperando a resposta? Quem nunca usou o celular como despertador e deixou ali do lado do travesseiro?

Então, fica a dica: Parem de dormir agarrados no celular. 

Os riscos são moderados, mas existem, explica John Paul Hempel Lima, professor de engenharia elétrica e biomédica da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).

Como todo aparelho que funciona com eletricidade, smartphones devem ser manuseados em condições que não favoreçam o sobreaquecimento. Ou seja, nada de deixar perto de travesseiros, cobertores ou outros objetos que funcionem como isolantes térmicos.

E o cuidado vale também para os notebooks. Nunca cubra as ventoinhas que esfriam o dispositivo --elas costumam ficar na parte de trás ou de baixo dele. "Até TVs e rádio-relógios estão sujeitos a isso", diz o professor.

O problema, claro, também pode estar na fabricação das baterias, como foi o caso do Galaxy Note 7. Por isso, é melhor se prevenir e evitar deixar qualquer aparelho no criado-mudo ou local perto do seu corpo enquanto você dorme.

Se for muito importante para você deixar o celular perto da cama, tome alguns cuidados como não deixar muitas coisas perto do aparelho e garantir uma distância mínima das paredes ou do chão.


A radiação faz mal?


Existem muitas especulações sobre a emissão de radiação por celulares, mas a verdade é que nenhum estudo conseguiu comprovar, por exemplo, se celular dá câncer, como já foi alardeado no passado.

O professor da PUC explica que, como ele funciona com frequências similares a de um forno micro-ondas, seu uso prolongado perto da cabeça (como em uma ligação longa) pode aquecer a água na região e deixá-la temporariamente mais quente. Mas, em tese, isso não seria nada grave.

Como os celulares à noite entram em modo standby, a transmissão de frequências é muito menor que em seu uso diário, então nesse sentido não haveria riscos para o usuário.

Fonte: Uol Notícias 

Hemoce comemora marca de 300 transplantes de medula óssea no Ceará

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Hoje o Ceará tem uma média de sobrevida dos pacientes transplantados superior à média nacional, segundo a OMS ( Foto: Divulgação )


O Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce) e o Hospital Universitário Walter Cantídio (HUWC) realizaram 300 transplantes de medula óssea no Ceará, no período entre 2008 e fevereiro de 2017. A solenidade de comemoração acontecerá nesta quarta-feira, 15, às 9 horas, no auditório do Hemoce com uma celebração eucarística seguida das homenagens e descerramento da placa de comemoração.

Em março, o número de transplantes de medula óssea passou de 300 para 305 no Ceará. O mais recente procedimento aconteceu na última quinta-feira, 9, em uma paciente de Fortaleza, de 63 anos. A marca inédita no Estado é fruto da parceria do Hemoce com o Hospital Universitário Walter Cantídio que, desde 2008, garante a realização dos transplantes de medula óssea em pacientes do Ceará e de outros estados.

De acordo com a diretora geral do Hemoce, Luciana Carlos, o número representa avanços expressivos. “Além do número positivo, o mais importante é destacar a qualidade dos procedimentos que garantem o sucesso dos transplantes e dá aos pacientes da rede pública do Ceará possibilidade de tratamento, melhorando a expectativa de vida”, conta.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), hoje o Ceará tem uma média de sobrevida dos pacientes transplantados de 95,3 % (superior à média nacional, que atualmente é de 90%). O Hemoce é responsável ainda pelo cadastro dos doadores voluntários de medula óssea, triagem de candidatos, testes de compatibilidade, exames e coleta da medula por aférese. Já o HUWC, pela realização do transplante e acompanhamento posterior do paciente.

Transplantes

O transplante de medula óssea é um tipo de tratamento indicado para algumas doenças que afetam as células do sangue. De 2008 até agora, já foram 254 transplantes do tipo autólogo (com medula do próprio paciente), 45 alogênicos aparentados (quando o doador tem parentesco com o paciente), cinco alogênicos não-aparentados (com medula doador sem parentesco) e um haploidêntico (quando a compatibilidade entre paciente e doador é parcial).

Além da realização dos exames, o Hemoce também coleta células para transplante alogênico não aparentado, em pacientes de outro estados e países. Esse procedimento começou a ser realizado em 2012. Foram feitas 27 coletas sendo 16 para transplante de medula óssea em outros estados e 11 em outros países (Estados Unidos, França, Itália, Portugal, Canadá, Argentina, Holanda e Turquia).

Como doar

Para ser um doador de medula óssea é simples: Basta ter entre 18 e 55 anos de idade, estar bem de saúde, não ter sido diagnosticado com câncer e apresentar documento de identidade e comprovante de endereço.

O cadastro será concluído com a assinatura de um Termo de Consentimento e a coleta de uma amostra de 10 ml de sangue. Esta amostra será encaminhada para um laboratório especializado onde serão feitos os exames necessários. Os resultados são enviados para o Redome. Sendo constatada a compatibilidade entre doador e receptor, o Hemoce e o Redome entram em contato com o voluntário para que sejam feitos os próximos exames e a doação de medula óssea possa acontecer.



Fonte Diário do Nordeste