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sábado, 4 de março de 2017

Idoso de 70 anos é acusado de balear a ex de 22 anos por não aceitar o fim do relacionamento


Na tarde desta última quinta-feira (02) um idoso de 70 anos se entregou após tentar matar sua ex-companheira de 22 anos em Goianápolis (59 km de Goiânia). De acordo com a Polícia Militar, o acusado identificado como Agride Marques não aceitava o fim do relacionamento e teria cometido o crime porque a vítima Kelly Raiane teria se envolvido com outra pessoa. A jovem está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Urgências e Emergências de Anápolis (HUANA) e de acordo com a unidade médica, seu estado de saúde é considerado estável. Ainda segundo informações, o crime ocorreu nesta última terça-feira (28) onde Kelly foi atingida pelo disparo perto da casa onde morava. “Ele ficou sabendo desse outro relacionamento e a procurou. De carro ele chegou próximo a ela e pediu para que ela entrasse no veículo, mas como ela não quis, ele sacou o revólver, atirou e fugiu”, destaca o cabo da PM Fernando Ribeiro Luiz. A arma de fogo calibre 32 utilizada no crime foi localizada em uma chácara próxima à cidade após denúncia anônima, mas no local o acusado não foi encontrado. Horas depois ele se apresentou na delegacia acompanhado de um advogado. Ele foi ouvido e liberado em seguida. O caso será investigado pela Delegacia de Polícia Civil da região.

Repórter Cidades/Plantão Policial Jerry Mesquita

sexta-feira, 3 de março de 2017

Moro extingue punibilidade de Marisa e marca depoimento de Lula em Curitiba


O juiz federal Sergio Moro declarou, nesta sexta-feira (3), a "extinção da punibilidade" de Marisa Letícia Lula da Silva, mulher do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, morta em fevereiro (Foto: Leonardo Benassatto/Futura Press/Folhapress)

Atendendo a pedido da defesa, o juiz federal Sergio Moro declarou, nesta sexta-feira (3), a "extinção da punibilidade" de Marisa Letícia Lula da Silva, mulher do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, morta em fevereiro. Marisa Letícia era ré em dois processos da operação Lava Jato desde setembro passado.

No mesmo despacho, Moro marcou data para que Lula seja interrogado como acusado no dia 3 de maio, em Curitiba.

Segundo a Polícia Federal, Lula e Marisa foram "beneficiários de vantagens ilícitas" na reforma de um apartamento triplex no Guarujá, litoral paulista, pela empreiteira OAS, e na guarda de bens do em um guarda-volumes. O casal sempre negou as acusações.

Há alguns dias, o Ministério Público Federal havia se manifestado a favor do pedido feito pela defesa da ex-primeira-dama.

"A defesa de Marisa Letícia Lula da Silva comunicou o óbito da cliente (...), requerendo a absolvição sumária em decorrência da extinção da punibilidade. (...) Pela lei e pela praxe, cabe, diante do óbito, somente o reconhecimento da extinção da punibilidade, sem qualquer consideração quanto à culpa ou inocência do acusado falecido em relação à imputação", escreve Moro em decisão publicada no início da tarde.

"De todo modo, cumpre reconhecer que a presunção de inocência só é superada no caso de condenação criminal. Não havendo condenação criminal, é evidente que o acusado, qualquer que seja o motivo, deve ser tido como inocente. Assim, em vista do lamentável óbito, declaro a extinção da punibilidade de Marisa Letícia Lula da Silva", prossegue o juiz.

O pedido para a absolvição de Marisa havia sido protocolado em meados de fevereiro.
Interrogatório de Lula marcado



O depoimento de Lula será o último de uma série de interrogatórios de acusados no processo. Antes do ex-presidente, serão ouvidos Jose? Adelma?rio Pinheiro Filho e Agenor Franklin Magalha?es Medeiros (em 20 de abril), Fa?bio Hori Yonamine, Paulo Roberto Valente Gordilho e Roberto Moreira Ferreira (em 26 de abril) e Paulo Okamoto (em 28 de abril).

O primeiro "encontro" de Lula e Moro foi em 30 de novembro, quando o ex-presidente participou de audiência como testemunha de defesa de Eduardo Cunha --qualquer expectativa de embate se derreteu no pouco tempo de conversa e na cordialidade apresentada. Foi por meio de videoconferência que o ex-presidente, que estava no prédio da Justiça Federal em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, pode responder aos questionamentos feitos a ele.
Fonte: G1