Web Radio Cultura Crato

terça-feira, 2 de setembro de 2025

Quatro mortes em acidentes de trânsito no Cariri e três homicídios neste fim de semana

Subiu de cinco para sete o número de mortes violentas na comparação entre os dois últimos finais de semana na região do Cariri.
Demontier Tenório    site miséria
02/09/2025 às 09:20

Nailson e Moezio foram mortos a tiros em Juazeiro e “Colombiano” em Barbalha. (Foto: Reprodução)

Subiu de cinco para sete o número de mortes violentas na comparação entre os dois últimos finais de semana na região do Cariri. Neste, foram quatro em decorrência de acidentes de trânsito e três homicídios com três corpos de Barbalha, dois de Mauriti e mais dois de Juazeiro. Segundo levantamento feito pelo Site Miséria, uma morte aconteceu na noite de sexta-feira, cinco no sábado e uma no domingo.

Por volta das 20h30min de sexta-feira Nailson Lopes de Lima Silva, de 27 anos, foi morto com a tiros na sua residência na Rua Maria de Lourdes Soares (Frei Damião) em Juazeiro por dois homens que fugiram numa moto. Ainda foi socorrido por populares ao HRC, mas já chegou sem vida. Nos bolsos dele, foram encontradas pequenas quantidades de maconha e cocaína. O mesmo respondia por assaltos em Juazeiro, incluindo roubo de veículo.

Já às 05h30min da madrugada de sábado Francisco Pereira Cabral, de 54 anos, que residia no Conjunto Manoel Martins no bairro Bela Vista em Mauriti, morreu no cruzamento da Rua Glicério Leite com a CE-384 naquele município. Ele estava a pé quando foi atropelado por um veículo, segundo o seu irmão Cícero Pereira, conduzido por “Deda da Padaria”. A vítima ainda foi socorrida ao hospital, mas não resistiu.

Às 10 horas o porteiro Cícero Bezerra da Silva, de 48 anos, morreu no Hospital Regional do Cariri (HRC) em Juazeiro. Ele morava na Rua T15 (Bairro Malvinas) em Barbalha e tinha se envolvido num acidente com sua moto às 6 horas da última quinta-feira (28) quando trafegava pela CE-293. O mesmo foi socorrido e não resistiu a gravidade dos ferimentos falecendo dois dias após.

Uma hora depois Carlos André Antunes Moura Silva, de 23 anos, o “Colombiano”, morreu no Hospital São Vicente de Barbalha. Ele residia na Rua P23 (Bairro Malvinas) naquele município aonde, na noite anterior, dois homens chegaram chamando pelo mesmo e, ao se aproximar estando ainda dentro de casa, foi baleado. Sua esposa apontou como suspeitos “Bruninho” ou “Neguinho do Crime”, que saíram recentemente da cadeia. “Colombiano” respondia por tráfico de drogas e assaltos.

Por volta das 18 horas novo acidente com vítima fatal em Mauriti aconteceu na CE-152 na área do Sítio Pombos na zona rural do município. A vítima foi o idoso José Gilberto Gomes Costa, de 61 anos, que residia no Sítio Cajueiro (Distrito de Palestina) em Mauriti. Ele pedalava sua bicicleta na direção de casa quando foi atropelado por um carro morrendo num matagal às margens da rodovia estadual para onde foi arremessado.

Meia hora depois, ainda no sábado, houve outra morte num acidente em Barbalha na mesma CE-293 na saída para Missão Velha. Ali faleceu o serralheiro Antonio de Pádua Silva do Nascimento, de 42 anos, que residia na Rua José de Noca (Bairro Alto da Alegria) em Barbalha. Ele pilotava sua moto quando, perto do semáforo do bairro Populares, bateu “engavetando” na traseira de um caminhão que trafegava pela rodovia estadual.

Às 20 horas de domingo dois homens usando capacetes invadiram casa na Rua Raimundo Daniel de Freitas (Timbaúbas) e mataram o comerciante Moezio Paulino Medeiros, de 45 anos, que ali residia. Ele se refugiou no quarto quando a dupla trancou sua mãe noutro e foi ao local onde estava, arrombando a porta e o executando a tiros. Os acusados fugiram numa moto Honda XRE sem placa e um deles usava tornozeleira. Em Juazeiro, Moezio respondia procedimentos por extorsão, estelionato, posse de arma de fogo e, em Barbalha, desacato e perturbação ao sossego público.

Navios dos EUA “apontam” 1200 mísseis para a Venezuela

                Relato foi feito pelo ditador Nicolás Maduro.

O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, relatou, nesta segunda-feira (1º), que oito navios militares mobilizados pelos Estados Unidos com 1.200 mísseis e um submarino nuclear estão “mirando” em direção ao país sul-americano, o que ele descreveu como uma “ameaça extravagante, injustificável, imoral e absolutamente criminosa” que considera “comparável” à crise de 1962 em Cuba.

– A Venezuela está enfrentando a maior ameaça que já foi vista em nosso continente nos últimos 100 anos. Eles [o governo dos EUA] quiseram avançar para o que chamam de pressão máxima, neste caso, pressão militar, e diante da pressão militar máxima, nós declaramos preparação máxima para a defesa – analisou Maduro em entrevista coletiva com a imprensa internacional.

Na opinião do autocrata venezuelano, “eles montaram” contra o país sul-americano “uma farsa” e “a pressão máxima extravagante, extravagante, imoral e brutal” é “apenas comparável, na época, à crise” de 1962, quando a antiga União Soviética tentou instalar mísseis nucleares de médio alcance em Cuba, o que provocou uma crise com os EUA que colocou as duas superpotências à beira de um conflito atômico.

Maduro afirmou que as autoridades americanas “estão cometendo um erro ao criar” o que ele descreveu como uma “narrativa muito, muito absurda” sobre uma luta contra o narcotráfico para justificar o envio de “navios de guerra”, insistindo que a Venezuela “tem um histórico em sua luta” contra o comércio ilegal de narcóticos.

Nesse contexto, o ditador chavista ressaltou que os dois canais de comunicação que o país tem com os EUA – um com o encarregado de negócios interino do chamado Escritório Externo dos Estados Unidos para a Venezuela, John McNamara, e outro com o Richard Grenell, enviado especial do presidente Donald Trump – foram “quebrados e maltratados”.

No entanto, Maduro esclareceu que a Venezuela continuará a “recuperar” seus migrantes no exterior, incluindo aqueles deportados pelos Estados Unidos.

*Com informações EFE

Nenhum comentário:

Postar um comentário