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| Foto Shutterstock |
O Ceará tem 32.958 pessoas físicas e jurídicas com CPFs e CNPJs negativados mesmo com as dívidas protestadas já quitadas, segundo a seccional estadual do Instituto de Estudos de Protesto de Títulos do Brasil (IEPTB). Os números, referentes aos anos de 2023 e 2024, foram disponibilizados nesta semana pelo instituto.
Segundo o órgão, isso acontece por falta de conhecimento quanto ao procedimento para regularizar a situação. Enquanto o protesto não for cancelado no cartório, o nome permanecerá negativado, mesmo com a dívida quitada. Além disso, o credor não é obrigado a cancelar o protesto — o devedor é quem deve tomar a iniciativa após o pagamento.
A solução para estes casos, recomenda o IEPTB-CE, é apresentar a carta de anuência ao cartório para as restrições jurídicas serem sanadas.
Cerca de 60% dos títulos protestados em todo o País são solucionados em até três dias úteis, enquanto na Justiça essa média é de 8 anos. O instituto diz ainda que há 324 cartórios no Ceará aptos a realizarem o serviço de regularização, regulamentado pela Lei Federal 9.492/97. "É importante observar que, ao receber a notificação, os dados pessoais precisam ser conferidos, bem como a identificação do credor, o valor da dívida e a data de vencimento", explica a organização. Segundo confirmada a legitimidade da dívida, o passo seguinte é negociá-la e quitá-la.
No levantamento feito pelo IEPTB-BR o montante de CPFs aptos a saírem das restrições no Ceará foi maior que o de CNPJs em 2023, respectivamente 10.971 e 10.730. Já em 2024, os dados apontaram 4.261 CPFs e 7.726 CNPJs com carta de anuência liberadas.
No Brasil, 1.809.535 CPFs e CNPJs já quitaram as dívidas em 2023, mas ainda permanecem com restrições por não solicitarem o cancelamento após o pagamento junto ao credor. Essa mesma situação atingiu 1.352.433 CPFs e CNPJs em 2024. Esses números não incluem São Paulo, que possui um levantamento próprio e ainda não disponibilizou as informações.
Com informações do Diário do Nordeste.
Bolacha recheada tira 40 minutos de vida saudável e banana dá oito, diz estudo brasileiro
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| Foto Aazerbaijan Stockers/Freepik |
Uma bolacha recheada pode "custar" cerca de 40 minutos de vida saudável. Uma banana pode somar mais de 8 minutos. Comer peixe de água doce? Quase 17 minutos a mais.
São essas estimativas que um novo estudo elaborado por pesquisadores de nutrição da Universidade de São Paulo (USP), publicado na revista "International Journal of Environmental Research and Public Health", colocam para reflexão dos brasileiros.
A pesquisa aplicou pela primeira vez no país o chamado Índice Nutricional de Saúde (HENI, na sigla em inglês), uma métrica desenvolvida por cientistas americanos que estima, com base em dados epidemiológicos, quantos minutos de vida saudável são ganhos ou perdidos a cada porção de alimento.
O estudo se concentrou na análise dos 33 alimentos que mais contribuem para a ingestão energética dos brasileiros e que estão dentro da lista dos 1.141 listados na Pesquisa Nacional de Alimentação (INA 2017–2018). A metodologia da pesquisa também levou em conta somente pessoas acima de 10 anos ao usar como base a Pesquisa de Orçamentos Familiares.
Segundo os autores, os dados não significam que toda refeição desequilibrada tira minutos da vida e tampouco que comer uma bolacha hoje representa risco imediato. O dado reflete o desequilíbrio geral do padrão alimentar atual e reforça a importância de substituições mais saudáveis no dia a dia.
A média nacional foi negativa: −5,89 minutos por alimento. Ou seja, se considerarmos as porções mais frequentes na dieta brasileira, o saldo geral tende a ser de prejuízo à saúde
Com informações do G1.


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