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sábado, 8 de fevereiro de 2025

Garoto de seis anos morre em colisão de carro com caminhão, no interior do Ceará

 


Foto Reprodução
Um garoto de seis anos morreu e outras três pessoas ficaram feridas em uma colisão entre um carro e um caminhão na rodovia CE-362, na cidade de Senador Sá, no interior do Ceará, na noite desta última quinta-feira (6).

A criança, identificada como José Heitor Albuquerque Monte, estava no carro acompanhado da mãe Keyla Albuquerque, que é enfermeira; da avó Waldery Marques Albuquerque, de 78 anos; e da babá Maria do Livramento Rodrigues, de 31 anos.

Os quatro foram socorridos e levados ao Hospital Municipal, porém, o menino não resistiu aos ferimentos e faleceu na unidade de saúde.

Mãe em estado de choque

A mãe da criança não teve ferimentos graves, mas ficou em estado de choque ao saber da morte do filho. A avó do garoto ficou teve vários ferimentos, e a babá fraturou as duas pernas. As duas mulheres foram transferidas para a Santa Casa de Sobral.

Segundo a Santa Casa, a idosa passou por procedimentos cirúrgicos, encontra-se em estado estável, aguardando realização de mais exames de imagem. Já a babá está em estado estável, aguardando cirurgia.

A família de Heitor era de Uruoca, mas residia na cidade de Martinópole. 

A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social informou que as circunstâncias do acidente são investigadas pela Delegacia Municipal de Uruoca.

Com informações do G1 Ceará.

Brasileiros chegaram a Fortaleza 'acorrentados, com algemas' e 'machucados emocionalmente'

Foto Renato Bezerra
A secretária dos Direitos Humanos do Ceará, Socorro França, declarou, em coletiva após a chegada dos brasileiros deportados do Estados Unidos no Aeroporto de Fortaleza, que os repatriados chegaram ao Brasil “acorrentados, com algemas”, e muitos estavam “machucados emocionalmente”. Sem informar os números exatos, ela afirmou que havia “muitas crianças” no voo.

“Pelo relato que foi dito, através de todos eles que estavam nesse voo, é de que sofreram muito. Eles que estavam presos, quase sem alimentos, e aqui o Governo do Estado oportunizou que, assim que eles descessem sem algemas, sem corrente nos pés, eles recebessem alimento, água, kit de higiene, um tratamento humanizado”, disse a secretária, em entrevista.

De acordo com a titular da Secretaria dos Direitos Humanos do Ceará (Sedih), os repatriados foram atendidos por psicólogos e assistente social. “Todos foram atendidos, alguns já estão no avião da FAB (Força Aérea Brasileira), voltando para o aeroporto de Confins”, complementou.

O defensor público federal Edilson Santana, afirmou que a Defensoria Pública “vê com preocupação” as condições em que as pessoas foram conduzidas dos Estados Unidos para o Brasil. Ele confirmou, ainda, que as crianças e seus acompanhantes não vieram algemados durante o voo.

“A Defensoria Pública está atenta a eventuais violações de direitos humanos que possam ter ocorrido e estamos à disposição, individualmente, de cada pessoa que chegou, mas também através da nossa atuação coletiva para que posamos prestar assistência jurídica”, afirmou o defensor público.

Com informações do Diário do Nordeste

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