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terça-feira, 9 de novembro de 2021

Prefeita propõe colocar nome de Marília Mendonça no hospital onde cantora nasceu


O Hospital Municipal de Cristianópolis, onde nasceu Marília Mendonça, irá homenagear a cantora, após sua morte no dia 5 de novembro, em acidente de avião. A unidade de saúde mudará de nome e usará o da artista. A informação é do jornal Correio Braziliense.

"Essa homenagem não é só por ela ter nascido aqui no hospital e na cidade, mas pela referência que ela é para Cristianópolis e para o mundo todo", declarou Juliana Izabel, a prefeita da cidade. A mudança será proposta à câmara municipal, que discutirá sobre a possibilidade de fazer essa homenagem à cantora.

De acordo com o Correio Braziliense, a representante do Executivo local planejava contratar um show de Marília para o Rodeio Show, festividade tradicional do município. "Mandei o projeto (da festividade) para o Goiás Turismo para a gente fazer o Rodeio Show e quando publiquei nas redes sociais, a população pediu para trazer a Marília Mendonça", afirmou.

A artista estava em um avião com destino ao município de Caratinga, em Minas Gerais, onde realizaria um show. No entanto, o avião caiu em uma cachoeira na serra de Caratinga e todos os tripulantes a bordo morreram.

Fonte: O Povo

Avião que caiu com Marília já havia sido da dupla Henrique e Juliano


O avião que caiu com a cantora Marília Mendonça e sua equipe em Piedade de Caratinga, a 300 quilômetros de Belo Horizonte, já havia pertencido à dupla Henrique e Juliano.

Conforme documento obtido pelo R7, os cantores compraram a aeronave em junho de 2017, pelo valor de R$ 830 mil. Antes de pertencer aos músicos, o bimotor de turboélice, fabricado em 1984, já havia tido ao menos outros quatro proprietários.

Segundo a equipe de Henrique e Juliano, a dupla vendeu o avião em junho de 2020 à empresa PEC Táxi Aéreo, responsável pelo voo que resultou na morte de Marília Mendonça, na última sexta-feira (5).

Além da sertaneja, estavam na aeronave o piloto Geraldo Martins de Medeiros, o copiloto Tarciso Pessoa Viana, o tio e assessor de Marília, Abicieli Silveira Dias Filho, e Henrique Ribeiro, produtor da artista. Todos morreram.

O avião é do modelo King Air C90A, com capacidade para até seis passageiros. Segundo especialistas, a aeronave é considerada estável e referência na categoria.

Em junho deste ano, o MPF (Ministério Público Federal) notificou a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) de problemas de aquecimento no para-prisa da aeronave. De acordo com o órgão, o processo foi arquivado no mês de agosto, após a proprietária corrigir as falhas.

Amizade

Henrique e Juliano estavam entre os amigos mais próximos de Marília Mendonça. No sábado (6), eles acompanharam o cortejo da cantora em cima do caminhão de bombeiros que transportou o caixão. As cantoras Maiara e Maraisa também estavam lá.

Os artistas ficaram ao lado da família e dos amigos da Marília durante todo o velório. Na cerimônia, eles cantaram duas músicas em homenagem a Marília Mendonça. Uma delas foi o hit Flor e o Beija-Flor, escrito por Marília e alçado às grandes paradas musicais na voz de Henrique e Juliano.

Causas da queda

A Polícia Civil abriu uma investigação para descobrir o que provocou a queda da aeronave. O Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), da Força Aérea Brasileira, também acompanha o caso.

Até o momento, já foi confirmado que a aeronave bateu em um cabo de transmissão de energia da Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais) antes de cair.

Especialistas ouvidos pela Record TV avaliam que a aeronave estava voando abaixo da altura ideal quando atingiu a rede. A Cemig alega que a torre de fiação não está localizada na área de proteção do aeroporto.

Fonte: R7

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