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quarta-feira, 15 de maio de 2019

Sem crédito suplementar, pagamento do Bolsa Família para em setembro, diz Guedes


O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que, se o Congresso Nacional não aprovar o projeto de crédito suplementar de R$ 248 bilhões, necessário para cumprir a regra de ouro, travará os pagamentos do governo. De acordo com o ministro, sem o crédito, os pagamentos de subsídios param em junho, de benefícios assistenciais em agosto e, do Bolsa Família, em setembro. "Tenho que apostar que o Congresso vai aprovar o crédito suplementar", completou ele, durante audiência da Comissão Mista de Orçamento (CMO). 

Guedes reforçou a necessidade de aprovação da reforma da Previdência e disse que o crescimento desses gastos pode impedir a tentativa do governo de "salvar o País". "Pode não dar tempo", afirmou. 

Ele ponderou ainda que, como ministro da Economia, "manda muito pouco" e que não é ele quem decide onde são feitos cortes orçamentários, já que o presidente Jair Bolsonaro indica as prioridades do governo. "As pessoas acham que eu tenho muito mais poder do que eu tenho. O poder está em quem vai sancionar leis", concluiu. 

Imposto sobre dividendos

O ministro da Economia afirmou ainda que há outros temas que precisam ser endereçados no contexto econômico como, por exemplo a tributação em cima de dividendos, mas que a reforma da Previdência é mais urgente neste momento. "Não vou cuidar do imposto em dividendos agora porque daí a Previdência já explodiu. É preciso desarmar essa bomba", disse.

Conforme Guedes, uma eventual mudança em impostos tem impacto somente no ano seguinte e, por causa disso, pode ser tratada depois. 

Ele garantiu, contudo, que irá tratar desse tema, mas que começou a endereçar o descontrole dos gastos pelo lado que acha "mais certo".

"Se aumentar os impostos agora, posso destruir os poucos investimentos que temos. É preciso agir com muito cuidado. Vamos olhar isso também (tributação de dividendos), apagar o problema de excesso de desonerações", enfatizou Guedes.

Privatizações

Questionado sobre o momento de fazer privatizações no governo de Jair Bolsonaro, o ministro da Economia afirmou que é um movimento para fazer "ontem, anteontem". Ponderou, entretanto, que há uma "coisa com mais urgência", referindo-se à reforma da Previdência. 

"Não posso nem pensar em correr para vender empresas estatais. Salim (Mattar) está correndo, conversando com bancos, mapeando potencial, conversando com dentro dos próprios ministérios", explicou Guedes, referindo-se ao secretário Especial de Desestatização e Desinvestimento do Ministério da Economia, Salim Mattar.

Com informações Diário do Nordeste

Gerente de banco em Ocara desaparece após sair de casa, no último domingo (12)


A Polícia Civil investiga o desaparecimento do gerente bancário Wagner Santos Moraes, 34 anos, em Ocara, no Interior do Ceará, ocorrido no último domingo (12). 

A namorada do gerente, Cleiciane Souza, informou, por meio de redes sociais, que Wagner foi visto pela última vez no domingo pela manhã, antes de sair de casa com papéis na mão. O gerente é natural do estado do Espírito Santo e veio para o Ceará a trabalho em 2015. 

"Ele saiu de bermuda, camisa polo cinza e chinelos. Pegou alguns papéis e disse para mim que retornaria logo. Desde então, não o vi mais", afirmou a namorada. Eles moravam juntos há três anos. A família do homem já foi informada sobre o desaparecimento. 

A Delegacia Municipal de Ocara investiga o caso e a população pode contribuiu mandando informações sobre o paradeiro do gerente para o número (85) 3322.1128. O sigilo é assegurado. 

Com informações Diário do Nordeste

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