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quinta-feira, 16 de maio de 2019

Polícia Civil prende quatro mulheres pelo espancamento e morte de jovem em Sobral

Quatro mulheres foram presas suspeitas da morte da jovem Maria Elailane do Nascimento, cujo corpo foi encontrado em um imóvel abandonado em Sobral, com sinais de espancamento, apedrejamento e lesões por faca. O crime aconteceu nesta terça-feira (14).

Imagens que circulam em redes sociais mostram o espancamento da jovem Maria Elailane do Nascimento, 19 anos, antes dela ser morta em uma casa abandonada no município de Sobral, na Região Norte do Estado. As quatro mulheres capturadas aparecem no vídeo. 

Um grupo com mais pessoas aparece nas cenas desferindo socos, chutes, dando pauladas e pedradas contra a vítima. O corpo de Maria Elailane foi encontrado com sinais de espancamento e lesões de faca na tarde desta terça-feira (14), dentro de um imóvel no bairro Terrenos Novos, no município. 

As agressões iniciam no meio de uma rua, com chutes, socos e palavras de baixo calão. Logo em seguida, Maria Elailane é arrasata pelos cabelos para um imóvel abandonado. Um homem se aproxima e observa toda a violência, cometida dentro e fora da residência. 

Quando o grupo adentra a casa, as agressões passam a ser mais intensas. Pedaços de madeiras e pedras são utilizados por diversas mulheres para espancar a jovem. Além delas, um homem e a pessoa que filma as cenas participaram do crime. 

Investigação 

O Núcleo de Homicídios e Proteção à Pessoa (NHPP) de Sobral prendeu quatro pessoas suspeitas de envolvimento no crime. Na tarde desta quarta, equipes do NHPP saíram em buscas dos demais envolvidos no homicídio. 

De acordo com o titular do Núcleo, delegado Paulo Castro, as imagens ajudam a polícia a identificar os suspeitos.

(Diário do Nordeste)

Senado aprova fim de carência de planos de saúde para emergência

Medida ainda depende da Câmara dos Deputados.
Casos de urgência e emergência de beneficiários de planos de saúde podem ficar fora dos prazos de carência. A mudança está prevista no Projeto de Lei do Senado (PLS) 502/2017, aprovado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) nesta quarta-feira (15). A iniciativa, da senadora Rose de Freitas (Pode-ES), também reduz para 120 dias o período de carência nas internações hospitalares.

Hoje a legislação define prazo de carência de 24 horas, para atendimentos de urgência e emergência; 300 dias, para parto; e 180 dias, para cirurgias. Apesar dos argumentos das operadoras de que a fixação de períodos de carência proteja as operadoras contra eventuais abusos e fraudes do consumidor, Rose argumenta que essa regra não pode inviabilizar o atendimento de saúde em circunstâncias excepcionais e imprevisíveis, que exijam solução imediata.

O relator, senador Mecias de Jesus (PRB-RR), considerou injustificável o plano de saúde não cobrir um problema de saúde que surja nas primeiras 24 horas do contrato e exija pronta intervenção médica.

“Retirar esse direito do usuário consumidor seria colocar em risco sua vida ou incolumidade física. Evidentemente, não se trata de permitir fraudes ao plano de saúde, que, no momento da contratação, poderá verificar se o potencial consumidor está em situação de urgência ou emergência previamente constituída”, explicou.

Como foi aprovado em caráter terminativo, caso não haja recurso da decisão da CAS, o projeto seguirá direto para a Câmara dos Deputados.

(Agência Brasil)

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