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segunda-feira, 15 de maio de 2017

Corpo de mulher é encontrado dentro de mala


O corpo de uma mulher ainda não identificada, aparentando ter em média 30 anos, foi encontrado dentro de uma mala no interior de uma residência, localizada na Rua Prece, bairro Porto Cristo, zona Leste de Porto Velho, Rondônia.

Conforme informações da polícia,  no início da madrugada deste domingo (14), uma ligação anônima denunciou que um homem havia sido visto empurrando uma mala com o pé de uma pessoa do lado de fora e que tinha acabado de entrar em uma residência.

Os policiais foram averiguar e ao chegarem na casa bateram palmas, porém, ninguém apareceu e resolveram abrir uma das janelas. A mala foi vista na sala e a Perícia Técnica acionada. Durante os trabalhos foi possível constatar que a mulher foi estrangulada e depois atacada com uma paulada na cabeça.

A residência, segundo a PM, seria utilizada por viciados em drogas, além de servir como esconderijo de produtos roubados ou furtados. O corpo da vítima foi removido ao IML.


Fonte: MassapêCeará.Com

'É uma humilhação, a minha vida virou um inferno', diz Guido Mantega

O ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, durante entrevista concedida à Folha
No centro de acusações da Operação Lava Jato, o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega afirma que delatores como Marcelo Odebrecht criaram "ficções" para conseguir fechar delação premiada, inventando histórias "inverossímeis" e sem provas.

Mantega, que foi o mais longevo ministro a comandar a economia do país, de 2006 a 2014, diz que "estava atrapalhando" os planos do empreiteiro, em 2009, ao defender o veto a uma lei que dava à Odebrecht anistia sobre débitos tributários. E que essa seria a prova "cabal" de que não dava "moleza" ao empresário em troca de recursos para campanhas eleitorais.

Folha de S.Paulo

Conta do PT com Odebrecht recebeu R$ 324 mi em 5 anos, dizem delações

GALERIA DILMA ROUSSEFF: MANDATOS E CRISE - Acusações de multiplicação de patrimônio derrubam o ministro Antonio Palocci da Casa Civil, seis meses após o começo do primeiro mandato de Dilma. Outras denúncias fazem Dilma promover uma "faxina" em sete pastas nos meses seguintes
Levantamento feito pela Folha com base em relatos de delatores indica que empresas da Odebrecht abasteceram com R$ 323,5 milhões, entre 2009 e 2013, a espécie de conta-corrente entre o grupo e o PT. O crédito veio após interesses da empresa, como aprovação de medidas provisórias e obtenção de financiamento, serem atendidos.

Os repasses foram registrados em uma planilha chamada "Posição Programa Especial Italiano", uma referência ao ex-ministro Antonio Palocci –segundo as investigações, o principal interlocutor de Marcelo Odebrecht junto aos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff até 2011, quando ele deixou a Casa Civil.

A planilha, que perdurou ao menos até 2014, teve início, segundo delatores, quando Palocci pediu dinheiro para a campanha municipal do PT em 2008. O herdeiro da Odebrecht respondeu que descontaria esse valor do total acertado como contribuição da empresa para a eleição presidencial de 2010.

Em 2011, de acordo com Marcelo, a gerência da conta Italiano passa para o então ministro da Fazenda, Guido Mantega. O saldo da época foi reabastecido com R$ 127 milhões para financiar a campanha de Dilma em 2014, e a conta passou a se chamar Pós-Itália.

"A minha ideia foi de definir antecipadamente um valor global ao PT/governo federal para nos programarmos financeiramente e evitarmos pedidos pulverizados de contribuições", afirma Marcelo em sua delação.

Um ano antes, ele criara uma subconta, denominada Amigo, para bancar interesses de Lula. Ele diz que o crédito de R$ 35 milhões veio do que sobrou da contribuição da Odebrecht para a campanha de 2010 e bancou doações ao Instituto Lula e pagamentos em espécie.

Folha de S.Paulo