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| Foto Ricardo Stuckert / PR |
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lança, nesta quinta-feira (4), o programa Gás do Povo. O benefício é uma ampliação do atual Auxílio Gás e tem a expectativa de atender 15,5 milhões de famílias de baixa renda, contabilizando cerca de 60 milhões de pessoas. O lançamento será em Aglomerado da Serra, maior favela de Belo Horizonte.
A nova modalidade oferecerá gratuidade no botijão de gás de cozinha (GLP). As famílias receberão um voucher para buscar o botijão na revendedora. O programa é direcionado a famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), com renda per capita igual ou inferior a meio salário mínimo, o equivalente a R$ 759.
Segundo divulgado pelo Governo Federal, o Nordeste concentra o maior número de famílias contempladas pelo auxílio. Estima-se que mais de 7,1 milhões de famílias da região sejam beneficiadas. A distribuição dos novos vouchers está prevista para iniciar em novembro.
Com informações do Diário do Nordeste.
Consumo de adoçantes em excesso pode acelerar envelhecimento cerebral, indica novo estudo brasileiro
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| Foto AN Photographer/Shuttertsock |
Trocar refrigerantes, energéticos ou sobremesas para a versão zero açúcar pode até parecer ser a opção menos calórica, mas será que é a mais saudável para seu cérebro? Um novo estudo da Universidade de São Paulo (USP) revelou que o consumo elevado de adoçantes artificiais, como xilitol e eritritol, pode acelerar o declínio cognitivo, afetando a memória e o raciocínio a longo prazo.
Conduzida pela Faculdade de Medicina da instituição e publicada na revista Neurology nessa quarta-feira (3), a pesquisa descobriu que esses ingredientes podem acelerar o envelhecimento cerebral em até 1,6 ano nos maiores consumidores, especialmente em diabéticos.
"Observamos que pessoas que consomem maiores quantidades de adoçantes tendem a apresentar um declínio cognitivo mais rápido, especialmente aquelas com diabetes. É importante destacar, porém, que o estudo não estabelece relação de causa e efeito", detalha a autora da pesquisa e professora da FMUSP, Claudia Kimie Suemoto.
Para o estudo, os cientistas acompanharam mais de 12,7 mil adultos no Brasil, com idade média de 52 anos, por cerca de oito anos
Com informações do Diário do Nordeste.


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