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domingo, 7 de setembro de 2025

Funcionário da Prefeitura de Juazeiro foi morto a tiros em um bar

 

Lucas trabalhava no setor contábil da Prefeitura de Juazeiro.
Demontier Tenório   site miséria
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Exatamente uma semana depois e novo homicídio foi registrado em Juazeiro. Por volta das 20 horas deste sábado (06) o funcionário público municipal Lucas Pereira Costa, de 30 anos, foi morto com quatro tiros em um bar na Rua José Andrade de Lavor perto da Cagece no bairro João Cabral. Ele residia na Rua São Joaquim (Salesianos), trabalhava no setor de contabilidade da prefeitura e o crime foi praticado por dois homens que fugiram numa moto.

Uma ambulância do SAMU ainda esteve no local, mas os profissionais de saúde apenas constataram o óbito. A dona do estabelecimento recolheu um revólver e o entregou a policiais militares que atenderam a ocorrência o qual foi apresentado na Delegacia Regional de Polícia Civil para averiguações. Lucas não respondia procedimentos criminais.

Este foi o primeiro homicídio do mês de setembro em Juazeiro e o 48º do ano no município ou 49% em relação aos 98 registrados ano passado. O último deste ano tinha ocorrido domingo (31) quando o comerciante Moezio Paulino Medeiros, de 45 anos, que residia no bairro Timbaúbas, teve a casa invadida por dois homens de capacetes, um deles com tornozeleira e o mataram a tiros. Ele respondia por extorsão, estelionato, posse de arma de fogo, desacato e perturbação ao sossego público.

Raul Gil - Apresentador tem melhora no quadro, mas segue internado

 Boletim médico divulgado neste sábado informa que seu estado geral é estável e segue recebendo medicação endovenosa.

O apresentador Raul Gil, internado desde o último dia 3 no hospital Moriah, em São Paulo, apresenta melhora no quadro, de acordo com o boletim médico divulgado neste sábado.
Raul Gil foi diagnosticado com abdômen agudo inflamatório por diverticulite aguda e desidratação.
"O paciente apresentou melhora do quadro abdominal com diminuição dos sinais inflamatórios e infecciosos. Seu estado geral é estável e segue recebendo medicação endovenosa". O boletim não traz previsão de alta para o apresentador.

O que é a diverticulite - A condição é causada por um defeito na camada média musculosa e espessa do intestino. Pequenas saliências gastrointestinais, chamadas de divertículos (podendo estar carregadas com fezes), ficam inflamadas. Elas podem desenvolver pus ou serem rompidas, causando sangramento interno.
Quando diversos divertículos se formam, a doença é chamada de diverticulose, mas, quando as complicações inflamatórias aparecem, passa a ser diverticulite. Ela pode ser tratada com antibióticos e, ocasionalmente, cirurgia.
Os sintomas variam de acordo com a gravidade do quadro, mas, no geral, são eles:

Dor forte na região do umbigo, que tende a se deslocar para o abdômen

Prisão de ventre

Diarreia

Presença de sangue nas fezes

Dificuldade para urinar

Febre

Náuseas e vômitos

Quando a diverticulite é mais comum - A diverticulite é mais comum na faixa etária a partir dos 40 anos de idade. Acima dos 50 anos, o distúrbio ocorre com mais frequência em mulheres, enquanto em pessoas com menos de 50 anos de idade, ocorre mais em homens.
Ela pode ser grave para idosos, sobretudo aqueles que tomam corticosteroides ou outros medicamentos que inibem o sistema imunológico e que, consequentemente, aumentam o risco de infecção. Outro grupo de risco são pessoas que têm HIV e aquelas que estão recebendo quimioterapia.
A doença diverticular do cólon (intestino grosso) ocorre com o envelhecimento, principalmente em pessoas com intestino preso de longa data. Uma dieta rica em alimentos refinados, ultraprocessados e pobre em fibras é o principal fator causador da diverticulite, associado ao envelhecimento. A obesidade e o alto consumo de carne vermelha também favorecem a doença.

Como é o tratamento da diverticulite - O tratamento inicial é feito com antibióticos. Casos mais leves podem, inclusive, ser tratados em regime ambulatorial, com o paciente tomando as medicações em casa, sob acompanhamento de seu médico. Alguns casos exigem antibióticos venosos, internação e, às vezes, cirurgia para drenagem do abscesso ou retirada da parte inflamada do intestino.

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