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quinta-feira, 6 de abril de 2023

Policial é jogado vivo no Rio Tietê após ter arma e celular roubados na Zona Norte de SP

  Vítima trocava o pneu da viatura quando foi abordado por três suspeitos

Homem foi socorrido pela PM após ocorrência nesta quarta-feira

Policial civil foi jogado vivo no Rio Tietê

Um policial civil do 14º Distrito Policial de Pinheiros, na cidade de São Paulo, foi jogado vivo no Rio Tietê após ter sido roubado nesta quarta-feira (5) próximo à ponte da Freguesia do Ó, na Zona Norte de São Paulo.
A vítima estava trocando o pneu da viatura quando foi abordado por três suspeitos, que levaram a arma e o celular do policial.
Ele foi socorrido pela Polícia Militar ao hospital da região, onde permanece internado. Duas armas foram recuperadas.
Em nota, a Secretária de Segurança Pública (SSP) informou que a 3ª Central Especializada de Repressão a Crimes e Ocorrências Diversas (Cerco) segue trabalhando para esclarecer os fatos e prender os autores.

Pescadora é encontrada à deriva com marido morto em barco no Amazonas

             Homem faleceu vítima de um infarto

Pescadora ficou à deriva por quase uma semana no Amazonas

A pescadora Maria das Graças Mota Bernardo, de 64 anos, foi resgatada no Rio Amazonas na tarde da última terça-feira (4) após quase uma semana desaparecida. O corpo do marido dela, José Nilson Souza, de 69 anos, que morreu à deriva por um infarto, também foi resgatado.
A embarcação dos pescadores foi encontrada próximo ao município de Iranduba. Com apoio de um helicóptero, a equipe da Marinha chegou até o casal e constatou o óbito de José Nilson. O Corpo de Bombeiros realizou a remoção do corpo do pescador.
Maria das Graças foi socorrida a um hospital da capital Manaus. O casal havia saído para pescar na manhã de 29 de março, sendo a primeira vez que ela acompanhou o marido.
A pescadora contou que o marido passou mal e morreu no primeiro dia de pesca, por volta de meia noite do dia 29. Ela buscou ajuda, mas o motor da embarcação travou.
Desde então, a mulher seguiu remando na embarcação. A pescadora se alimentou de peixe cru e farinha e, quando o alimento acabou, prioritariamente de água.

CORPO ATACADO POR ANIMAIS - Maria das Graças precisou proteger o corpo do marido, que começou a entrar em decomposição. "Ela disse que os urubus começaram a sentar em cima da canoa. Ela batia, ela gritava. Ela botou lençol nele. Tirou a lona de cima do toldo e botou nele, porque as abelhas e os mosquitos já estavam sentando no corpo dele".
Sob sol e chuva, a idosa amarrou uma corda ao próprio corpo, evitando se afogar se caísse da embarcação, já que não sabe nadar. A força da pescadora era trazer o corpo do marido para casa. A mulher recebeu atendimento clínico e psicológico.

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