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quinta-feira, 19 de agosto de 2021

Homem perde pai e irmão com Covid-19 e mata casal que teria transmitido doença


Um casal foi assassinado e um jovem baleado na perna, nesta terça-feira (17), em Itumbiara, Goiás. Segundo as investigações da Polícia Civil, o crime teria sido motivado por vingança, pois supostamente as vítimas transmitiram Covid-19 para a família do suspeito, que acabou perdendo o irmão e o pai em consequência do coronavírus. As informações são do Uol.

Conforme o delegado do Grupo de Investigação de Homicídios de Itumbiara, Felipe Sala, o autor das mortes culpou Flanklaber Silva e Silva, de 40 anos, e a esposa, Marília Silva e Silva, de 37 anos, pela morte dos familiares em decorrência da infecção pela doença.

O homicídio aconteceu em um galpão onde as vítimas trabalhavam. O marido foi atingido na cabeça e a mulher no rosto. Ela chegou a ser socorrida, mas faleceu na unidade hospitalar. Flanklaber Silva e Silva Junior, de 21 anos, filho de uma das vítimas, foi atingido na perna, sofreu uma fratura e foi socorrido. O suspeito de cometer o crime fugiu após os disparos.

Sala acredita que a motivação dos assassinatos foram vingança. O suspeito, que não teve a identidade revelada pela Polícia, usou uma pistola e deferiu cerca de 20 tiros no local. "Eles estavam sofrendo ameaças de morte, pois eram acusados de ter transmitido covid-19 para a família do atirador. O suspeito foi ao local para vingar a morte dos parentes", explicou o delegado.

Até o início da noite desta terça-feira (17) o suspeito ainda não havia sido localizado. Conforme a Polícia Civil, esquipes estão nas ruas para prendê-lo.

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Terceira dose da vacina deve começar por profissionais de saúde e idosos, diz ministro

 

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou, nesta quarta-feira (18), que uma terceira dose de imunização contra a Covid-19 será aplicada no Brasil e começará por profissionais da saúde e idosos. Contudo, o ministro não disse quando a aplicação irá começar pois mais dados científicos são necessários.

“Estamos planejando para que, no momento que tivermos todos os dados científicos e tivermos o número de doses suficiente disponível, já orientar um reforço da vacina. Isso vale para todos os imunizantes. Para isso, nós precisamos de dados científicos, não vamos fazer isso baseado em opinião de especialista”, explicou o ministro.

Atualmente, no Brasil, estudos sobre a aplicação de uma terceira dose da Coronavac estão sendo realizados a pedido do Ministério da Saúde. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também pediu mais testes sobre a dose de reforço dos imunizantes da Astrazeneca e da Pfizer.

“Sabemos que os idosos têm um sistema imunológico comprometido e por isso eles são mais vulneráveis. Pessoas que tomaram duas doses da vacina podem adoecer com a Covid, inclusive ter formas graves da doença. Mas se compararmos os que vacinaram com duas doses e aqueles que não vacinaram, o benefício da vacina é inconteste”, disse Queiroga.

Estudos de 3ª dose no Brasil

Em julho, a Anvisa autorizou estudos de terceira dose das vacinas AstraZeneca e Pfizer. Na ocasião, a agência esclareceu que “ainda não havia estudos conclusivos sobre a necessidade” de mais uma aplicação dos imunizantes disponíveis no Brasil.

Sobre os estudos de terceira dose no país:

* Pfizer: investiga os efeitos, a segurança e o benefício de uma dose de reforço da sua vacina, a Comirnaty. O imunizante extra será aplicado em pessoas que tomaram as duas doses completas há pelo menos seis meses.

* AstraZeneca (nova versão): a farmacêutica desenvolveu uma nova versão da vacina que está em uso no país, buscando proteção contra a variante beta. Parte do ensaio clínico prevê que uma dose da nova versão da vacina (AZD2816) seja aplicada em pessoas que receberam as duas doses da versão atual da AstraZeneca (AZD1222).

* AstraZeneca (usada no país): avalia a segurança, a eficácia e a imunogenicidade de uma terceira dose da versão original da vacina da AstraZeneca (AZD1222) em participantes do estudo inicial que já haviam recebido as duas doses do imunizante, com um intervalo de quatro semanas entre as aplicações.

* CoronaVac: o grupo será dividido em quatro: 25% vão receber como terceira dose a vacina da Pfizer, 25% da AstraZeneca, 25% da Janssen e 25% da CoronaVac. O objetivo é saber se a terceira dose vai aumentar o número de anticorpos. Os pesquisadores também vão avaliar a segurança dessa terceira dose, possíveis reações, como febre e dor, já que serão testadas vacinas diferentes em cada grupo.

Fonte: Ceará Agora

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