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quarta-feira, 18 de agosto de 2021

Ceará recebe duas remessas com mais 232 mil doses de vacinas contra Covid-19



O Ceará recebeu, nesta segunda-feira (16), mais dois lotes de vacinas contra a Covid-19. O primeiro, com 107.640 doses da Pfizer/BioNTech, desembarcou no Aeroporto Internacional de Fortaleza, às 12 horas.
 
Já o segundo lote chegou ao Estado por volta das 22h com mais 124.500 doses da AstraZeneca/Fiocruz. Totalizando 232.140 doses, os imunobiológicos ficarão na Central de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos (Ceadim), da Secretaria Estadual de Saúde (Sesa), de onde são encaminhados aos municípios. 

As remessas foram enviadas pelo Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI). A distribuição será feita de forma proporcional aos municípios cearenses.

Energia deve encarecer, em média, 16,68% no próximo ano


Além do risco de racionamento de energia e apagões, o Governo Federal terá que lidar com a pressão nas contas de luz durante a corrida eleitoral, quando o presidente Jair Bolsonaro pode tentar a reeleição.
 
Cálculos preliminares da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) apontam que as tarifas de energia podem subir, em média, 16,68% no ano que vem, principalmente por conta da crise hídrica que o País enfrenta a pior nos últimos 91 anos. 

Para evitar que as contas disparem, a agência reguladora analisa medidas para mitigar os efeitos para os consumidores e manter os reajustes inferiores a dois dígitos. 

A estimativa foi apresentada pelo superintendente de Gestão Tarifária da agência reguladora, Davi Antunes Lima, nesta segunda-feira, 16, em audiência pública na Comissão de Legislação Participativa da Câmara. 

Segundo ele, diversos fatores devem contribuir para a alta nas tarifas. Com o agravamento da crise hídrica, a Aneel estima que os valores pagos pelos consumidores por meio das bandeiras tarifárias não serão suficientes para cobrir as despesas com as térmicas. 

A previsão é que a Conta Bandeiras feche o ano com déficit de R$ 8 bilhões, que deverão ser repassados aos consumidores em 2022. 

Pesam também os custos das medidas aprovadas pela Câmara de Regras Excepcionais para Gestão Hidroenérgetica (CREG), que somariam entre R$ 2,4 bilhões e R$ 4,3 bilhões, segundo a Aneel.

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