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sábado, 8 de maio de 2021

WhatsApp: usuários têm até dia 15 de maio para aceitar ou não novos termos

 


                              


Os usuários que ainda não aceitaram os novos termos de privacidade do WhatsApp têm até o próximo dia 15 de maio para darem seu veredito. A partir deste dia, quem não aceitar a política, não poderá acessar as funcionalidades principais do mensageiro como envio de mensagens e ligações.

Aceitando os novos termos, o usuário autoriza que o Facebook absorva informações das pessoas que utilizam o aplicativo para impulsionar a monetização de conteúdos nas redes sociais - ou seja, gerando anúncios mais personalizados, grande parte da renda da Facebook Inc, empresa que comanda as duas redes sociais. À época, o anúncio gerou debates sobre a privacidade dos usuários e a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), o que fez o prazo de aceite ou não ser postergado do dia 8 de fevereiro para 15 de maio no Brasil.

Mesmo com o conteúdo criptografado, como constantemente divulga o WhatsApp, dados como nomes de contatos, números de telefone, consumo de bateria do smartphone, fuso horário, modelo do dispositivo e idioma utilizado pelo usuário poderão ser compartilhados com o Facebook e otimizados para produção de anúncios e conversação com empresas através do aplicativo.

O compartilhamento desses dados acontece desde 2016 - ano em que o Facebook comprou o mensageiro. À época, o fluxo dos dados entre as duas redes sociais era opcional, principal diferença quando comparado à nova política que torna a integração obrigatória. É possível verificar se houve o aceite ou não desses termos antigos e dos novos termos, além de outras informações sobre sua conta, seguindo os passos abaixo:

* Acesse as configurações
* Clique em "Conta"
* Clique em "Solicitar dados da conta"
* Clique em "Solicitar relatório" - em até três dias o WhatsApp enviará um documento mostrando as informações que o aplicativo detém sobre sua conta.

Sobre os novos termos, o WhatsApp segue enviando lembretes aos que não aceitaram a política. Cercado por polêmicas e debates sobre a privacidade de seus usuários, o WhatsApp criou uma seção especial em seu site para tirar dúvidas sobre o uso da LGPD e o mensageiro no Brasil.

Órgãos preparam recomendação para combater monopólio da empresa

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o Ministério Público Federal, Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Autoridade Nacional de Proteção de Dados e Secretaria Nacional do Consumidor preparam uma recomendação ao WhatsApp para que a mudança da política seja adiada.

A preocupação dos órgãos é que a integração dos dados ainda tem questionamentos do ponto de vista de privacidade, consumo e concorrencial. Segundo o jornal, a ideia é que o WhatsApp primeiro adie a entrada em vigor dos novos termos de uso e depois incorpore considerações que limitem a exposição de dados do consumidor na exploração comercial. A recomendação conjunta não tem caráter obrigatório, mas é um sinal de alerta a empresa no País.

Fonte: O Povo Online

Tudo bandido”, afirma Mourão sobre mortos no Jacarezinho

O vice-presidente da República, general Hamilton Mourão (PRTB), comentou nesta sexta-feira (7) sobre as 25 mortes ocorridas durante operação deflagrada pela Polícia Civil no Jacarezinho (RJ) nesta quinta-feira (7).

– Tudo bandido! Entra um policial numa operação normal e leva um tiro na cabeça de cima de uma laje. Lamentavelmente, essas quadrilhas do narcotráfico são verdadeiras narcoguerrilhas, têm controle sob determinadas áreas e é um problema da cidade do Rio de Janeiro – declarou Mourão.

O general afirmou ainda que as Forças Armadas foram chamadas inúmeras vezes para ajudar e disse que este é um problema “sério”, que “vamos ter que resolver um dia ou outro”.

OPERAÇÃO EXCEPTIS

Considerada a operação mais letal da história do estado fluminense, a Exceptis deixou dezenas de feridos e 25 pessoas mortas, entre eles um policial e 24 suspeitos. Nela, 21 traficantes foram identificados e são procurados pela polícia local.

Coordenada pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), a incursão da Polícia Civil ocorreu para apurar o suposto aliciamento de menores e o sequestro de trens da SuperVia pela maior facção do tráfico no estado, o Comando Vermelho.

(Thamirys Andrade / Pleno News)

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