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segunda-feira, 17 de maio de 2021

Polícia investiga se MC Kevin tentou pular da sacada do 5° andar de hotel na Barra da Tijuca para a piscina

 


                         

A Polícia Civil investiga a morte do funkeiro Kevin Nascimento Bueno, de 23 anos, conhecido como MC Kevin. Ele morreu na noite deste domingo (16) depois de cair do 5º andar de um hotel na orla da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. A informação sobre a morte foi confirmada em nota pela Secretaria de Saúde do Rio.

De acordo com informações preliminares, passadas pela Polícia Militar, o funkeiro teria tentado pular da varanda do quarto para a piscina e teria batido com a cabeça na borda dessa piscina.

A esposa de MC Kevin, a advogada Deolane Bezerra, amigos e a equipe de produção que trabalhava com o funkeiro prestaram depoimento na madrugada desta segunda-feira (17) na 16ª DP (Barra da Tijuca), que investiga o caso. Alguns já tinham sido ouvidos no hotel.

MC Kevin morava em Mogi das Cruzes, em São Paulo, mas estava no Rio porque tinha feito um show em uma boate em Vila Valqueire, na Zona Oeste, no sábado (15).

Há duas semanas, ele se casou com Deolane em uma praia do México. Os dois estavam juntos no último show do cantor.

O corpo do funkeiro foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) e deve ser liberado nesta manhã por amigos e parentes.

G1

Ministro Edson Fachin autoriza PF a buscar provas contra Dias Toffoli

  


O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o uso de dados de duas operações relativas à Lava Jato do Rio de Janeiro à Polícia Federal (PF) em apuração preliminar que acarretou pedido de inquérito contra Dias Toffoli, também do Supremo. A solicitação da investigação foi divulgada a última terça-feira (11). 

As informações são da Folha de S. Paulo. As informações foram utilizadas para dar base a relatório no qual a PF indica a necessidade de investigar o ministro, que estaria, supostamente, envolvido em corrupção por venda de decisões judiciais. 

Antes da permissão de Fachin, o juiz Abel Gomes, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), negara o compartilhamento dos dados pelo envolvimento de pessoas com foro. Já o procurador-geral da República, Augusto Aras, manifestou-se contra devido à PF não indicar quem seriam os investigados.

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