O ministro da Defesa, general Walter Braga Netto, falou em nota divulgada nesta sexta-feira (7) sobre a participação militar do Brasil na 2ª Guerra Mundial. Na data conhecida como Dia da Vitória, o general apontou que “a cobra fumou e, se necessário, fumará novamente”.
– Anualmente, nessa data, celebramos o Dia da Vitória, representando o marco final do amplo esforço aliado na defesa dos ideais democráticos – disse Braga Netto na nota.
Os comandantes do Exército, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, da Marinha, almirante Almir Garnier Santos, e da Força Aérea, tenente-brigadeiro Carlos de Almeida Baptista Jr. também assinaram o texto.
A expressão “a cobra fumou” foi uma resposta à descrença do povo na época. Dizia-se que era mais fácil uma cobra fumar do que o Brasil entrar na guerra. Quando as tropas brasileiras foram enviadas à Itália, a expressão “a cobra vai fumar” entrou para o vocabulário brasileiro.
– O conflito cobrou um alto custo do Brasil: 3 navios de guerra foram perdidos e 33 navios foram atacados, causando mais de 1450 mortes no mar; 22 aviões abatidos e cerca de 500 brasileiros tombaram em combate na Europa. Hoje retratamos a vitória dos valores da democracia, da justiça e da liberdade. A história se sucede de fatos e de ensinamentos. A ‘cobra fumou’ e, se necessário, fumará novamente – disse o general.
Geleião, um dos fundadores do PCC, morre de Covid-19
O presidiário José Márcio Felício, conhecido como Geleião, morreu nesta segunda-feira (10) no Centro Hospitalar do Sistema Penitenciário, em São Paulo (SP), após complicações da Covid-19. Geleião era o último fundador do PCC (Primeiro Comando da Capital) ainda vivo. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
De acordo com a Folha, Felício era hipertenso e estava preso havia mais de 40 anos. Ele foi internado no centro da capital paulista no último dia 9 de abril e chegou a ser intubado, mas acabou morrendo.
Geleião foi condenado por diversos crimes, como estupro, homicídios, roubo e formação de quadrilha. A pena do criminoso somava 142 anos, seis meses e 15 dias de reclusão em regime fechado.
(Isto É)


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