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domingo, 5 de maio de 2019

Botijão de gás terá aumento de 3,43% a partir de 5 de maio

O reajuste anunciado pela Petrobras será para as distribuidoras e não dá ainda para saber quanto vai ser repassado ao consumidor.
A Petrobras anunciou nesta sexta-feira (3) que o preço do gás liquefeito de petróleo (GLP), produto vendido em embalagem de até 13 quilos, popularmente conhecido como botijão de gás, vai ser reajustado a partir da meia noite do próximo domingo, dia 5. O aumento de 3,43% será para as distribuidoras, sem tributos embutidos. Por isso, não dá para saber ainda quanto será repassado ao consumidor.

Segundo o Sindigás, que representa as distribuidoras, o reajuste, dependendo do ponto de venda, vai oscilar entre 3,3% e 3,6%.

O novo valor para as distribuidoras será R$ 26,20. O último reajuste havia ocorrido no dia 5 de fevereiro, quando o gás de cozinha subiu para R$ 25,33. Desde que a Petrobras assumiu a atual política de reajustes em 2017, o valor para as distribuidoras passou de R$ 18,90 para R$ 26,20, uma alta de 38,6%

Inflação

No ano passado, pesquisa mostrou que o preço do botijão de gás subiu três vezes mais do que a inflação entre janeiro de 2017 e novembro de 2018.

Item indispensável no dia a dia de milhões de brasileiros, o valor médio cobrado pelo GLP subiu em média 20,64%, segundo dados do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). A inflação oficial, medida pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no período foi de 6,64%.

Com o aumento do preço de botijão de gás no Brasil, economizar no uso do item se tornou uma tarefa essencial para as famílias.

(R7)

Petrobras eleva preço médio do litro do diesel nas refinarias em 2,56%

Preço do litro do combustível subirá para R$ 2,3047 a partir de sábado; gasolina segue estável em R$ 2,045.
A Petrobras anunciou, na noite desta sexta-feira (3), elevação média de 2,56% nos preços do diesel comercializado nas refinarias da empresa, a partir deste sábado (4). O preço da gasolina permanecerá inalterado.

A informação consta no site da empresa, no qual a petroleira detalha preços praticados nos 37 pontos de suprimento do mercado brasileiro, para a gasolina, o diesel S10 e o diesel S500.

Como não houve reajustes, o preço da gasolina continuará a ser negociado a R$ 2,045 por litro, em média, nas refinarias do país. O preço médio do litro do diesel, por sua vez, passará a R$ 2,3047, R$ 0,0577 acima dos R$ 2,2470 que valem até hoje, nas refinarias da estatal.

O mais recente reajuste realizado pela companhia foi efetuado na última terça-feira (30). A empresa informou reajuste médio de R$ 0,07 no litro da gasolina nas refinarias — o que representou aumento de 3,5% ante o preço médio negociado anteriormente, de R$ 1,975 por litro.

Na segunda-feira da semana passada, a empresa anunciou mudanças novamente em seu formato de divulgação de reajustes nos preços de gasolina e diesel. Em meio à retomada do debate nacional sobre os preços praticados pela estatal, frente às ameaças de uma nova greve dos caminhoneiros, a estatal passou a divulgar em seu site preços praticados pela empresa, à vista, nos 37 pontos de suprimento do mercado brasileiro.

A política de preços da empresa já passou, nos últimos anos, por uma série de mudanças, a última delas foi no dia 26 de março, quando a estatal anunciou que os preços do diesel passariam a ser reajustados, a partir daquela data, por períodos não inferiores a 15 dias. Com isso, a companhia abandonou, somente para o diesel, o formato usado desde 3 de julho de 2017 que previa reajustes com maior periodicidade, a qualquer tempo, inclusive diariamente.

Ainda no caso do diesel, no dia 11 de abril a Petrobras chegou a informar que elevaria o preço médio do combustível em 5,74%, mas voltou atrás depois de pedido do presidente Jair Bolsonaro.

Desde a adoção de novo formato na política de ajuste de preços em 2017, a gasolina acumula alta de 56,12% de preço, nas refinarias. Já o diesel acumula aumento de 69,78%.

(G1)

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