O diretor-executivo e co-fundador do WhatsApp, Jan Koum, comemorou nesta terça-feira (3) a liberação do aplicativo no país e conclamou os usuários do Brasil a apoiar uma internet aberta e segura. O serviço de troca de mensagens voltou a funcionar na tarde de hoje, depois de mais de 24 horas bloqueado, por determinação da Justiça. “Nos sentimos felizes pelo grande apoio de pessoas de todo o Brasil, e agradecemos a sua paciência enquanto o processo legal se desenrolava. Nós não temos nenhuma intenção de comprometer a segurança das pessoas e esperamos que aqueles afetados por esta decisão se juntem a nós em manifestarem as suas vozes em apoio de uma internet aberta e segura. A última coisa que queremos é ver WhatsApp bloqueado novamente”, disse Koum, em seu perfil no Facebook. No início da tarde, o desembargador do Tribunal de Justiça de Sergipe Ricardo Múcio Santana de Abreu Lima deferiu um pedido de reconsideração do WhatsApp e determinou que o serviço fosse liberado. Em sua decisão, o desembargador defendeu a necessidade de uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o tema, para normatizar os serviços de redes sociais em todo o território. “A suspensão dos serviços do WhatsApp já dura 24 horas e certo é também que gerou caos social em todo o território, com dificuldade de desenvolvimento de atividades laborativas, lazer, família, etc”, disse o desembargador. Segundo ele, não há condições de se afirmar que as informações solicitadas pela Polícia Federal poderiam ser fornecidas pelo WhatsApp.Corregedora chama juiz que bloqueou WhatsApp para prestar informações
Gatunos em pânico! Moro esvazia xadrez da PF
Num mundo obscuro, em que os gatunos são cada vez mais pardos, o futuro é insinuado nos detalhes. Nesta segunda-feira (2), o juiz Sérgio Moro autorizou a transferência de quatro presos da Lava Jato da carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, para o presídio de Pinhais, na região metropolitana da capital paranaense.
Trocarão de cela o marqueteiro João Santana, sua mulher Mônica Moura, o ex-senador Gim Aregello e o empresário Ronan Maria Pinto. Quem acompanha o escândalo já aprendeu: quando o doutor Moro manda esvaziar o xadrez curitibano da PF é porque o caso exige a expedição de novos mandados de prisão. Logo, logo a hospedaria do PF’s Inn estará lotada novamente.
Fonte: Blog do Josias

Nenhum comentário:
Postar um comentário