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quinta-feira, 5 de maio de 2016

Conheça a morena que fazia programas na Câmara dos Deputados


Quando proferiram seus votos em nome da família, muitos de nossos nobres deputados esqueceram que não são lá muito fiéis às suas famílias, visto que a clientela para as garotas de programa que atuam na câmara é bem ampla e este é um negócio extremamente lucrativo. Muitos dos autointitulados “paladinos da moral” usam dinheiro público para pagar mordomias e programas para acompanhantes de luxo que tem ponto fixo no congresso nacional. A garota abaixo é apenas uma delas.
De acordo com reportagem do R7, Vanessa Soares é professora de Educação Física, modelo e garota de programa. A Coordenação de Polícia Judiciária da Câmara dos Deputados investiga o caso de prostituição dentro de um banheiro da Casa, ocorrida no mês passado. O inquérito apura a ocorrência 39/2016, aberta após o vazamento de fotos de sexo entre uma morena com identificação de visitante da Câmara e um homem de terno preto dentro de um banheiro da Casa.
As fotos, que mostram a morena de calcinha rosa em poses provocantes e cenas de sexo oral, circularam em um dos grupos de WhatsApp de parlamentares e assessores. O R7 conversou com o assessor de Vanessa, Bruno Silvério. Ele explicou que Vanessa irá prestar esclarecimentos sobre o caso, e vai se defender dizendo que foi vítima do vazamento das fotos. 
— Ela não vai revelar quem é o cliente, até porque ela recebeu pelo programa, R$ 5.000. Ela não vai falar quem é, vai que ele é casado.
Com informações do Plantão Brasil

CPI de Crime Cibernético muda texto para evitar novos bloqueio ao WhatsApp


A CPI dos Crimes Cibernéticos aprovou por 17 votos a 6 o relatório final que propõe projetos de leis como o de bloquear o acesso de brasileiros a serviços na internet que veiculem conteúdo ilegal ou o de remover materiais idênticos aos que já tiveram a exclusão já decidida pela Justiça.Os deputados alteraram o texto final para excluir a possibilidade da suspensão de aplicativos de mensagens, como o WhatsApp, que teve acesso barrado por mais de 24 horas entre segunda e terça-feira.Um dos projetos de lei estabelece a possibilidade de bloquear por meio de ordens judiciais aplicativos e sites que veiculem material ilegal. Isso permitia que provedores de internet fossem obrigados pela Justiça a barrar o acesso a aplicações da internet consideradas ilegais.Outra ideia é modificar o Marco Civil da Internet para obrigar qualquer serviços de internet a retirar em até 48 horas, sem uma nova decisão judicial, imagens, vídeos e quaisquer conteúdos iguais ou semelhantes àqueles que já tiveram a exclusão determinada pela Justiça.
A proposta altera a legislação de crimes eletrônicos, que ficou conhecida como “Lei Carolina Dieckmann” (Lei nº 12.737, de 2012), que pune a invasão de computadores com a intenção de obter dados particulares. A proposta é ampliar e transformar em crime o acesso não permitido a qualquer sistema informatizado ou aparelho eletrônico que cause prejuízo econômico, alteração de dados, instalação de vulnerabilidades, obtenção de conteúdo ou o controle remoto da plataforma ou aparelho em questão.Para subsidiar as atividades da polícia judiciária, os deputados sugerem a criação de uma lei para destinar os recursos de um fundo bilionário voltado atualmente à fiscalização das telecomunicações. A ideia é usar até 10% do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel). O dinheiro do fundo advém das taxas de fiscalização cobradas pela Anatel, de parte dos valores pagos por empresas que querem operar no Brasil e de multas aplicadas pela agência. Entre 2001 e 2015, o Fistel arrecadou R$ 63,5 bilhões. Os deputados argumentam que os recursos ajudariam as polícias judiciais a se estruturarem para combater o crime cibernético.
Outro dos projetos de lei é a inclusão dos crimes praticados por meio de um computador ou contra um desses aparelhos sobre a esfera de atuação da Polícia Federal. Combinada à alteração proposta pelos deputados à Lei Carolina Dieckman, isso faria com que um adolescente com acesso não permitido à conta de Facebook de um colega pudesse ser alvo da PF. Para deputados, a alteração deve ser feita por não haver norma que defina de qual polícia é a competência para investigar suspeitas de crimes cibernéticos.A penalização não só com prisão mas multa de pessoas enquadradas em crimes cibernéticas é outra sugestão de lei. O Estado poderia confiscar valores e bens de criminosos para promover a “asfixia econômica de certos crimes”. “Além de ser uma pena eficaz contra a prática de delitos, impede que o mesmo instrumento seja novamente utilizado para práticas ilícitas”, dizem os deputados

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