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terça-feira, 11 de novembro de 2025

Três pessoas morrem em rodovia no Ceará em menos de 24 horas

 


Foto Reprodução 
Três pessoas morreram em menos de 24 horas entre esse último domingo (9), e a madrugada desta segunda-feira (10), em diferentes trechos da rodovia federal BR-222, entre os municípios de Itapajé e Tianguá, no Ceará.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), as ocorrências envolveram uma colisão lateral entre carreta e motocicleta, um tombamento de caminhão e um atropelamento de pedestre.

O primeiro caso aconteceu por volta de 8h52 do domingo, no quilômetro 125 da BR-222, em Itapajé. No local, uma carreta e uma motocicleta colidiram lateralmente, o que levou a óbito o condutor da moto, de 26 anos — natural do município. Equipes da PRF e da Perícia Forense de Quixadá fizeram o atendimento.

No mesmo domingo, por volta de 17h50, uma carreta tombou no quilômetro 300, em Tianguá. O motorista, de 37 anos, morador do distrito de Jaibaras, em Sobral, morreu preso às ferragens.

Pedestre foi atropelado

Já na madrugada desta segunda, por volta de 2h15, um homem foi atropelado e morreu no quilômetro 127 da BR-222, em Itapajé. O condutor do veículo prestou assistência e permaneceu no local até a chegada da PRF de Sobral.

Não se sabe, porém, se ele foi autuado

Com informações do Diário do Nordeste.

Mais da metade dos bebês do Ceará não tomaram nem duas doses de vacina contra o coronavírus

Foto Thiago Gadelha
Crianças de seis meses a dois anos estão vulneráveis ao coronavírus no Ceará: apenas 47,38% do público recebeu as duas doses da proteção contra a Covid-19 até setembro deste ano. Quando se trata da 3ª dose, essa taxa reduz para 19,12%. Desde 2024, o imunizante entrou no Calendário Nacional de Vacinação. 

Em entrevista ao Diário do Nordeste, a coordenadora de Imunização da Secretaria da Saúde do Estado do Ceará (Sesa), Ana Karine Borges, afirma que a cobertura dessa imunização é considerada baixa. “Nós temos um percentual que ainda é bem inferior ao desejável para alcançar a meta, principalmente em crianças que não fizeram nenhuma dose da vacina”, diz.

Conforme o Ministério da Saúde, o esquema vacinal da Covid-19 em crianças de 6 meses a 4 anos, 11 meses e 29 dias é composto por duas doses do imunizante monovalente, aplicadas com quatro semanas de diferença. Para crianças a partir de 5 anos, o protocolo é completo com apenas uma dose.

“Uma vez que ela tem o esquema completo, ela não precisa fazer doses de reforço. Ela já fica apta para o resto da vida”, destaca Ana Karine. A exceção são as crianças que fazem parte de grupos prioritários, como imunocomprometidas e com deficiência permanente, que devem receber uma dose anual.

No Ceará, até o início do mês de setembro, a maioria das vacinas infantis ainda não atingiu a meta de cobertura estabelecida pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). Entre os motivos que explicam esse dado estão o aumento da desinformação sobre os imunizantes e, no caso da Covid-19, a hesitação vacinal.

A coordenadora da Sesa ressalta que a Covid é uma doença que segue presente no cotidiano do país e que bebês, crianças e idosos são grupos considerado de risco. “Quando verificamos os dados epidemiológicos de crianças menores de quatro anos e idosos, esse é o público que geralmente pode sofrer complicações, com desconfortos respiratórios. Por isso é preciso enfatizar a importância da vacinação”, afirma.

Com informações do Diário do Nordeste.

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