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segunda-feira, 10 de novembro de 2025

Morta a tiros em Crato garota de 24 anos que usava tornozeleira eletrônica

 O crime aconteceu no Bairro Barro Branco em Crato e a vítima usava tornozeleira eletrônica.

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“Bia” respondia procedimento por tráfico de drogas. | Foto: Reprodução

Mais um homicídio foi registrado neste domingo (09) em Crato se constituindo o 34º do ano no município ou 24 a menos em relação ao ano passado. Por volta das 14 horas Ana Beatriz de Souza Nascimento, de 24 anos, a “Bia” que morava na Avenida Nelito Mendes no centro de Antonina do Norte, foi morta a tiros. O crime aconteceu na Rua Raimunda Domingos Alves (Bairro Barro Branco) em Crato e a vítima usava tornozeleira eletrônica.

Ela respondia por tráfico de drogas em Antonina do Norte. No dia 18 de janeiro, foi presa com Danielle Cândida de Oliveira, de 30, e Cleiton Targino da Silva, de 25. “Bia” estava numa moto com dois menores e, ao ver os PMs, tentou fugir se desfazendo de um papelote de cocaína. No depoimento ao delegado Flávio Santos, admitiu que iria entregar a droga pertencente a Cleiton. Na casa deste, apreenderam 106 gramas de cocaína, 56 de maconha, arma artesanal, cartucho calibre .40 intacto e duas balanças.

Esta foi a quarta mulher assassinada este ano em Crato e a 21ª do ano no Cariri ou 80% em relação às 26 mortas ano passado na região. A última em Crato tinha sido Maria Liliana Gonçalves Oliveira, de 34 anos, no dia 25 de outubro. Ela assassinada a golpes de faca em casa, na Vila São Bento, pelo companheiro de 40 anos, que tentou o suicídio e segue internado no hospital sob escolta policial.

Linha de montagem de gu3rra em SP fazia até 10 fvzis por dia para o CV


A estrutura da fábrica descoberta pela Polícia Federal (PF) em Santa Bárbara d’Oeste, no interior paulista, impressionou até investigadores experientes. Segundo laudos técnicos, o espaço — registrado oficialmente como empresa de peças aeroespaciais, mas usado para fabricar arm4mentos — tinha capacidade de produzir 3.500 fvzis por ano, o equivalente a dez armas por dia, se operasse em regime integral.

O perito responsável pelo relatório técnico descreveu o local como uma “estrutura industrial com padrão de linha de montagem”.

“A planta dispõe de centros de usinagem capazes de produção em série, com fluxo contínuo e trocas rápidas de ferramenta. O nível técnico é compatível com o de uma metalúrgica de precisão”, disse o engenheiro Gustavo Mendes de Azevedo, da PF. A investigação indica que parte dos armamentos fabricados no local eram vendidos para facções criminosas, entre elas o Comando Vermelho (CV), do Rio de Janeiro.

O galpão onde funcionava a Kondor Fly, fachada usada pelo grupo, reunia centros de usinagem de Controle Numérico Computadorizado (CNC), tornos de alta precisão, fresadoras digitais e estações de acabamento.

Os peritos apontam que o arranjo das máquinas seguia o mesmo padrão de uma linha de produção industrial, com setores separados por função: corte, acabamento, montagem e embalagem.

COM INFORMAÇÕES DE METRÓPOLES

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