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quinta-feira, 1 de maio de 2025

Lula escolhe procurador federal como novo presidente do INSS

 


procurador federal Gilberto Waller Júnior será o novo presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), informou nesta noite o Palácio do Planalto. Por determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a nomeação foi assinada pela ministra-chefe substituta da Casa Civil, Miriam Belchior.

O ato será publicado em edição extraordinária do Diário Oficial da UniãoTradicionalmente, a nomeação do presidente do INSS cabe ao ministro da Previdência Social.

Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, Waller Júnior tem pós-graduação em Combate à Corrupção e Lavagem de Dinheiro. Ele entrou no INSS como procurador em 1998, tendo ocupado os cargos de corregedor-geral de 2001 a 2004 e subprocurador-geral de 2007 a 2008.

Waller também trabalhou na Controladoria-Geral da União (CGU), onde ocupou o cargo de ouvidor-geral da União de 2016 a 2023. Atualmente, ele é corregedor da Procuradoria-Geral Federal, órgão da Advocacia-Geral da União (AGU).

procurador federal assumirá o posto de Alessandro Stefanuttodemitido do cargo após a Operação Sem Desconto da Polícia Federal revelar a existência de um esquema de fraudes no órgão entre 2019 e 2024, que descontou indevidamente contribuições de aposentados e pensionistas a entidades e organizações sociais.

No mesmo dia da operação, a Justiça Federal determinou o afastamento de Stefanutto, por omissão diante de denúncias de fraudes nos repasses às entidades. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou a exoneração de Stefanutto na mesma noite.

Desde a última quinta-feira (24), a diretora de Orçamento, Finanças e Logística do INSS, Débora Aparecida Floriano, ocupava a presidência interina da autarquia. Além de Stefanutto, a Justiça determinou o afastamento de cinco servidores do órgão, posteriormente demitidos.

Na terça-feira (29), o juiz Frederico Botelho de Barros Viana, da 15ª Vara Federal Criminal de Brasília, autorizou a quebra de sigilo telemático de Stefanutto. Segundo o magistrado, o fim do sigilo permite o aprofundamento das investigações do esquema de descontos em aposentadorias e pensões.

Por Agência Brasil

Desemprego no Brasil chega a 7% no primeiro trimestre; é a menor taxa para o período desde início da série histórica

Foto Shuterstock
A taxa de desemprego no Brasil ficou em 7% no trimestre encerrado em março, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados, nesta quarta-feira (30), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em comparação ao trimestre anterior (6,2%), terminado em dezembro, houve um aumento de 0,8 ponto percentual (p.p.), mas uma queda de 0,9 p.p. em relação ao mesmo período em 2024 (7,9%), sendo, assim, a menor taxa para o período desde o início da série histórica, em 2012.

Já no trimestre encerrado em fevereiro deste ano, a taxa de desocupação estava em 6,8%.
Busca por trabalho

Segundo o IBGE, a alta da desocupação na comparação trimestral foi puxada pelo aumento no número de pessoas em busca de trabalho, que cresceu 13,1% frente ao trimestre encerrado em dezembro de 2024, um aumento de 891 mil indivíduos. Embora em alta, a população desocupada permaneceu 10,5% abaixo do contingente registrado no mesmo trimestre móvel de 2024.

Também contribuiu para o aumento da taxa de desocupação a redução da população ocupada do País, que recuou em 1,3 milhão de pessoas (-1,3%) na comparação trimestral, embora permaneça 2,3% acima do número de trabalhadores encontrados pela pesquisa no primeiro trimestre de 2024 (2,3 milhões a mais).

Rendimento médio

O rendimento médio das pessoas ocupadas chegou a R$ 3.410 no trimestre encerrado em março. O resultado representa alta de 4% em relação ao mesmo período do ano anterior e aumento de 1,2% no trimestre, novo recorde na série iniciada em 2012.

Entre as atividades investigadas pela pesquisa, a comparação com o trimestre encerrado em dezembro de 2024 mostra aumento no rendimento de Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (4,1%, ou mais R$ 85) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (3,2%, ou mais R$ 145), sem variações significativas nos demais grupamentos.

Com informações do Diário do Nordeste.

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