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sábado, 7 de março de 2020

Baixada Santista tem 41 desaparecidos depois das chuvas

Segundo Defesa Civil, 29 pessoas morreram.
Subiu para 41 o número de desaparecidos na Baixada Santista depois das chuvas que caíram na região na madrugada de terça-feira (3). De acordo com balanço da Defesa Civil do Estado, as chuvas provocaram 29 mortes.

No Guarujá foram registrados 23 óbitos e ainda há 36 desaparecidos. Em Santos são quatro mortos e quatro desaparecidos e em São Vicente, dois mortos e um desaparecido. O número atual de desabrigados é de 245 no Guarujá, três em São Vicente, 150 em Santos e 102 em Peruíbe.

No Diário Oficial do Estado de quarta-feira (04), o Governador João Doria homologou sumariamente os decretos municipais de situação de anormalidade do Guarujá (estado de calamidade pública), Santos e São Vicente (situação de emergência). No dia seguinte esses decretos foram reconhecidos sumariamente no Diário Oficial da União.

Foram disponibilizadas 21,2 toneladas de materiais de ajuda humanitária aos municípios afetados, sendo: 15,6 toneladas (colchões, cobertores, cestas básicas, roupas, água sanitária, kits de limpeza, kits de higiene e água potável) para o depósito do Fundo Social de Santos, de onde serão distribuídos, mediante solicitação, às defesas civis municipais: 1,7 tonelada (colchões, cobertores e toalhas) ao Guarujá; 2,9 toneladas (colchões, cestas básicas, kits de higiene, limpeza e vestuário) a Peruíbe e 1 tonelada (colchões) a Santos.

Nas últimas 24 horas, a contar das 6h de hoje (6), foram registrados mais 2 milímetros (mm) no Guarujá (65mm em 72hs), 7mm em São Vicente (53mm em 72hs) e 12mm em Santos (46mm em 72hs).
Previsão do tempo

A sexta-feira começou com sol na Baixada Santista, mas os ventos úmidos que continuam soprando do oceano em direção à costa, podem trazer chuva fraca nos períodos da tarde e da noite, porém sem risco de temporais. No sábado (7), a previsão permanece a mesma.

(AgBr)

POLICIAIS MILITARES USAM REDES SOCIAIS CHAMANDO A TROPA PARA UMA "GREVE BRANCA"

Uma greve branca, onde policiais militares realizam o que chamam de “Operação Legal”, acontece no Ceará após o fim da greve da categoria que durou quase duas semanas e levou o estado a um recorde de assassinatos, além de dezenas de assaltos e “arrastões”. Pelas redes sociais, supostos policiais orientam os colegas como proceder no dia a dia nas ruas, retardando o atendimento e cumprindo estritamente o trabalho de Polícia ostensiva.

Nos casos de prisões em flagrante, por exemplo, os policiais militares estão se recusando a conduzir os presos à Perícia Forense para exame de corpo de delito após a apresentação na delegacia. Em situações de assaltos já consumados, orientam as pessoas a procurar a Polícia Civil para que esta faça a investigação e realiza diligências para prender os ladrões.

Além disso, nos casos de homicídios, os militares se limitam apena a isolar a cena do crime e esperar a chegada da Polícia Civil para que esta faça as diligências na busca pelos assassinos.

Outra orientação é para que os policiais realizem minimamente possível as abordagens nas ruas e as façam somente em casos graves ou urgentes.

A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) e o Comando-Geral da Polícia Militar ainda não se manifestaram sobre o fato. No entanto, nas redes sociais, o movimento por uma “Polícia Legal” vem repercutindo.

(Blog do Jornalista Fernando Ribeiro)

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