Passados 200 dias na Presidência, a desaprovação ao governo de Jair Bolsonaro passou de 37,4% em junho para 39,3% em julho. Já a aprovação chegou a 31%, antes era 30,4%. Segundo a última pesquisa divulgada quinta-feira, 1º, da consultoria Atlas Político, pela primeira vez há empate técnico entre quem tem imagem negativa do presidente (46,8%) e positiva (46,2%).
Na mesma pesquisa, 62,8% dos entrevistados se opõem a que o deputado federal Eduardo Bolsonaro deixe seu mandado para assumir o cargo de embaixador do Brasil nos Estados Unidos, no qual para se tornar efetivo ainda depende da aprovação do Senado. Outros 29,1% se dizem favoráveis e 8,1% não souberam ou não responderam.
Além disso, registra uma oposição maior em relação ao tema do meio ambiente. 81,8% dos entrevistados são contra a exploração da madeira e dos recursos naturais (garimpos) nas reservas indígenas e ambientais da Amazônia. Apenas 12,9% consideram ser favoráveis e 5,3% não souberam ou não responderam.
A pesquisa do Atlas Político também questionou se os entrevistados tomaram conhecimento das revelações feitas pelo site The Intercept, sobre conversas privadas em aplicativo de celular entre o ministro Sérgio Moro, o procurador Deltan Dallagnol e membros da operação Lava Jato. 78,6% afirmaram que sim e 21,4% não souberam.
O ministro da Justiça continua sendo o líder político com a melhor imagem positiva, tendo 51,4%, mesmo que a imagem negativa tenha tido leve alta (40,8%). Existe um empate entre os que consideram que Moro cometeu abusos na condução do processo do ex-presidente Lula (44,4%) e os que não acham (43,8%). 11,8% dos entrevistados não souberam ou não responderam.
A maioria dos entrevistados avalia como incorreta (55,3%) a prática de um juiz aconselhar e manter conversas privadas com membros da acusação ou da defesa de um réu. 31,2% acham correta essa atitude e 13,5% não souberam ou não responderam. Já 51,7% são a favor da prisão do ex-presidente Lula, contra 37,4%.
Para 45,6%, os jornalistas responsáveis pela cobertura de conversas vazadas por hackers não devem sofrer nenhum tipo de punição judicial. Já 34,2% consideram que sim. Além disso, 47,8% dos entrevistados são contra a deportação do jornalista Glenn Greenwald, fundador do The Intercept e 27,9% são a favor.
O levantamento foi realizado entre os dias 28 e 29 em julho de 2019, sendo realizadas 2.000 entrevistas online. A margem de erro é 2 pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%.
Com informações do O Povo.
Na mesma pesquisa, 62,8% dos entrevistados se opõem a que o deputado federal Eduardo Bolsonaro deixe seu mandado para assumir o cargo de embaixador do Brasil nos Estados Unidos, no qual para se tornar efetivo ainda depende da aprovação do Senado. Outros 29,1% se dizem favoráveis e 8,1% não souberam ou não responderam.
Além disso, registra uma oposição maior em relação ao tema do meio ambiente. 81,8% dos entrevistados são contra a exploração da madeira e dos recursos naturais (garimpos) nas reservas indígenas e ambientais da Amazônia. Apenas 12,9% consideram ser favoráveis e 5,3% não souberam ou não responderam.
A pesquisa do Atlas Político também questionou se os entrevistados tomaram conhecimento das revelações feitas pelo site The Intercept, sobre conversas privadas em aplicativo de celular entre o ministro Sérgio Moro, o procurador Deltan Dallagnol e membros da operação Lava Jato. 78,6% afirmaram que sim e 21,4% não souberam.
O ministro da Justiça continua sendo o líder político com a melhor imagem positiva, tendo 51,4%, mesmo que a imagem negativa tenha tido leve alta (40,8%). Existe um empate entre os que consideram que Moro cometeu abusos na condução do processo do ex-presidente Lula (44,4%) e os que não acham (43,8%). 11,8% dos entrevistados não souberam ou não responderam.
A maioria dos entrevistados avalia como incorreta (55,3%) a prática de um juiz aconselhar e manter conversas privadas com membros da acusação ou da defesa de um réu. 31,2% acham correta essa atitude e 13,5% não souberam ou não responderam. Já 51,7% são a favor da prisão do ex-presidente Lula, contra 37,4%.
Para 45,6%, os jornalistas responsáveis pela cobertura de conversas vazadas por hackers não devem sofrer nenhum tipo de punição judicial. Já 34,2% consideram que sim. Além disso, 47,8% dos entrevistados são contra a deportação do jornalista Glenn Greenwald, fundador do The Intercept e 27,9% são a favor.
O levantamento foi realizado entre os dias 28 e 29 em julho de 2019, sendo realizadas 2.000 entrevistas online. A margem de erro é 2 pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%.
Com informações do O Povo.
Chocolate amargo reduz o risco de depressão em 70%, diz estudo
Comer chocolate é muito bom, não é verdade? Além do sabor delicioso, o alimento ainda deixa um sensação agradável, quase de felicidade. Pois bem, essa “alegria” em forma de comida pode ter efeitos protetivos contra a depressão, segundo novo trabalho publicado na revista Depression & Anxiety.
A pesquisa indica que comer qualquer tipo de chocolate, branco ou ao leite, por exemplo, reduz o risco de apresentar sintomas depressivos em 58%. Já quem tem preferência pelo chocolate amargopode diminuir o risco ainda mais: 70%.
Isso acontece porque o chocolate contém uma série de ingredientes psicoativos que produzem uma sensação de euforia. Segundo os pesquisadores, essas sensações se assemelham àquelas produzidas pelos canabinoides, encontrada na cannabis (maconha).
Além disso, o alimento contém feniletilamina, uma substância que pode ajudar na regulação do humor. Já o chocolate amargo fornece uma maior concentração de flavonoides – tipo de antioxidante que diminui inflamações e pode prevenir o surgimento da depressão.
A pesquisa
Para chegar a esta conclusão, os pesquisadores analisaram dados de 13.000 indivíduos que responderam a questionários sobre a presença de sintomas depressivos e o consumo de chocolate nas 24 horas que antecederam a pesquisa. O questionário foi repetido entre três e dez dias após o primeiro preenchimento. A análise das respostas mostrou que 7,6% dos participantes relataram sintomas depressivos, mas entre aqueles que comiam chocolate a porcentagem foi menor: 1,5%.
A equipe ainda descobriu que os participantes que comiam entre 104 e 454 gramas de chocolate de qualquer tipo (em um período de até dez dias) estavam 58% menos propensos a apresentar sintomas de depressão. Já o chocolate amargo conferiu proteção de 70% em quantidades semelhantes. Nutricionistas recomendam consumir entre 30 e 40 gramas de chocolate por dia – preferencialmente do amargo (no mínimo 60% cacau. Quanto maior a concentração de cacau, melhor). Esse valor corresponde a quatro quadradinhos da barra.
Críticas
Apesar dos resultados, especialistas ressaltam que os resultados devem ser interpretados com cautela, pois o estudo não foi capaz de determinar a relação causal. Isso significa que aqueles que apresentaram sintomas de depressão podem ter comido menos chocolate porque a doença altera os hábitos alimentares das pessoas, incluindo o desejo por doces em geral.
Além disso, evitar o chocolate amargo pode ser mais uma consequência da depressão, uma vez que o indivíduo pode preferir sabores mais doces e, desta forma, dispensar qualquer sabor amargo. Outra possibilidade é de que as pessoas que comem chocolate amargo têm preferências alimentares mais saudáveis e, portanto, adotam outras medidas protetivas contra a depressão, incluindo a prática de atividade física.
“O principal problema do estudo é que ele não pode nos dizer se é o chocolate amargo que protege contra a depressão ou se é a depressão que afeta o consumo de chocolate amargo”, destacou Anthony Cleare, do King’s College de Londres, na Inglaterra, ao Daily Mail.
Por causa disso, os pesquisadores esclarecem que serão necessários maiores estudos para compreender a relação direta entre o chocolate amargo e o menor risco de depressão. Por enquanto, a escolha pelo chocolate amargo deve ser feita por outras questões de saúde, como melhora na pele proporcionada pelos flavonoides, por exemplo. É importante ressaltar a necessidade de moderação, mesmo com a versão mais saudável do chocolate.
Com informações da Veja.


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