José Carlos dos Santos não soube explicar a origem do dinheiro e nem por que levou a quantia a ato anti-impeachment. Ele já foi liberado.

A Polícia Militar prendeu por volta das 7h30 desta segunda-feira, em frente do Congresso Nacional, um manifestante ligado ao Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) que portava cerca de 20.000 reais em dinheiro vivo. Ele não soube explicar nem a origem do dinheiro nem o que fazia com os recursos no meio de uma manifestação sobre o impeachment da presidente Dilma Rousseff. O homem foi identificado como José Carlos dos Santos, tem 44 anos e disse que veio de São Paulo para protestar contra a votação do impeachment. Ele já foi liberado da delegacia.
Segundo relatos de policiais, o manifestante fazia parte do acampamento montado na altura do Teatro Nacional, a pouco mais de 1 quilômetro do Congresso. A PM fazia um patrulhamento de rotina, revistando as pessoas que acompanhavam a votação do parecer do deputado Jovair Arantes (PTB-GO), quando identificou o sem-terra em "atitude suspeita". "Ele estava com o pessoal do MST acampado no Teatro Nacional e estava com mochila quando foi abordado. Com a proximidade do patrulhamento da PM, ele ficou meio nervoso e os policiais resolveram abordá-lo com atitude suspeita", relatou um policial ao site de VEJA. Ele não deu esclarecimentos à PM e foi levado para a 5ª Delegacia de Polícia.
De acordo com policiais que participavam da patrulha, o porte de dinheiro em espécie, ainda que em alta quantidade, não representa, pelo menos em princípio, crime. Mas a PM recolheu o suspeito porque "uma quantia expressiva em lugar público não é comum".
Na delegacia, Santos disse que ganhou o dinheiro em um processo e que guardava os valores com ele por segurança. A PM vai investigar o caso.
Segundo relatos de policiais, o manifestante fazia parte do acampamento montado na altura do Teatro Nacional, a pouco mais de 1 quilômetro do Congresso. A PM fazia um patrulhamento de rotina, revistando as pessoas que acompanhavam a votação do parecer do deputado Jovair Arantes (PTB-GO), quando identificou o sem-terra em "atitude suspeita". "Ele estava com o pessoal do MST acampado no Teatro Nacional e estava com mochila quando foi abordado. Com a proximidade do patrulhamento da PM, ele ficou meio nervoso e os policiais resolveram abordá-lo com atitude suspeita", relatou um policial ao site de VEJA. Ele não deu esclarecimentos à PM e foi levado para a 5ª Delegacia de Polícia.
De acordo com policiais que participavam da patrulha, o porte de dinheiro em espécie, ainda que em alta quantidade, não representa, pelo menos em princípio, crime. Mas a PM recolheu o suspeito porque "uma quantia expressiva em lugar público não é comum".
Na delegacia, Santos disse que ganhou o dinheiro em um processo e que guardava os valores com ele por segurança. A PM vai investigar o caso.
Fonte: Veja.abril.com.br
VÍDEO: Câmera flagra intensa troca de tiros em tentativa de assalto a igreja
Veja toda a ação:
TERROR EM INDEPENDÊNCIA: AGÊNCIAS BANCÁRIAS SÃO ASSALTADA
Clientes e funcionários do Bradesco e Banco do Brasil foram feitos reféns.

Duas agências bancárias foram assaltadas na tarde desta segunda-feira (11), no município de Independência, 310 km de Fortaleza. De acordo com informações preliminares, um grupo fortemente armado invadiu os prédios do Banco do Brasil e do Bradesco, rendendo clientes e funcionários.
Os suspeitos fugiram em direção à cidade de Pedra Branca em três carros levando dois gerentes do Banco do Brasil como reféns. Eles foram liberados no meio do caminho, sem ferimentos.
Durante a fuga, os bandidos atearam fogo em um veículo. A Polícia segue em busca do bando, mas até o momento, ninguém foi capturado. Os policiais de cidades vizinhas foram chamados para reforçar as buscas pela quadrilha. Cerca de 20 homens teriam participado da ação.
Segundo a Polícia Militar, os bandidos utilizavam armas como fuzil e pistolas.
Ainda não foi divulgado o valor subtraído no assalto.
De acordo com o Sindicato dos Bancários do Ceará, estes foram o 18º e 19º ataques a banco no Ceará em 2016.
Os suspeitos fugiram em direção à cidade de Pedra Branca em três carros levando dois gerentes do Banco do Brasil como reféns. Eles foram liberados no meio do caminho, sem ferimentos.
Durante a fuga, os bandidos atearam fogo em um veículo. A Polícia segue em busca do bando, mas até o momento, ninguém foi capturado. Os policiais de cidades vizinhas foram chamados para reforçar as buscas pela quadrilha. Cerca de 20 homens teriam participado da ação.
Segundo a Polícia Militar, os bandidos utilizavam armas como fuzil e pistolas.
Ainda não foi divulgado o valor subtraído no assalto.
De acordo com o Sindicato dos Bancários do Ceará, estes foram o 18º e 19º ataques a banco no Ceará em 2016.
Fonte: Cnews


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