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segunda-feira, 11 de abril de 2016

Homem mata mulher a facadas e faz sexo com o cadáver

            


A Polícia Militar do Piauí prendeu Francisco Erinaldo Barros, de 25 anos, mais conhecido como “Alemão”, acusado de matar uma comerciante a facadas e manter relações sexuais com o cadáver na cidade de Marcolândia (414 km de Teresina).A mulher era dona de um bar na cidade.

O corpo da vítima foi encontrado pelo seu irmão, que sentiu falta da mesma que sempre comparecia na casa da mãe e ainda não havia ido ao local. Preocupado, ele foi até a casa da irmã e viu várias mesas e cadeiras quebradas pela fechadura, em seguida acionou a Polícia Militar que arrombou a porta e encontrou a mulher já morta e nua deitada em cima de um colchão com algumas camisinhas usadas espalhadas no chão.

A perícia esteve no local e constatou que o assassino pode ter mantido relações sexuais com a vítima e recolheu vários objetos para investigação, inclusive quatro facas sujas de sangue, sendo duas queDurante diligências a polícia militar prendeu quatro suspeitos que foram os últimos a saírem do bar da comerciante por volta das 02:00 da madrugada, horário que provavelmente ela foi morta.

Segundo o Tenente De Assis, que comandou a operação de prisão do acusado, ele além de confessar o crime, confirmou também que manteve relações sexuais com a mulher depois de morta.

O acusado foi encaminhado para autuação em flagrante e depois foi encaminhado para uma unidade prisional do Piauí. Além do Tenente De Assis que comandou a operação, também participaram da prisão do homicida o Sargento Oliveira, Cabo Leonel e o Soldado Leal.bradas.

Fonte: F5

Contra impeachment, Dilma negocia cargos com poder sobre R$ 38 bilhões

As mudanças n0 segundo escalão do governo, em busca de votos para brecar o impeachment da presidente Dilma Rousseff, envolveram a negociação de cargos que podem movimentar até R$ 38 bilhões em recursos do Orçamento deste ano, dos quais R$ 6,2 bilhões são investimentos. Chamado de “repactuação” da base pelo governo e de “balcão de negócios” pela oposição, o processo se acelerou após rompimento oficial do PMDB com Dilma e às vésperas da votação do afastamento da petista pelo plenário da Câmara.

A estratégia do governo é fidelizar apoios ou ao menos garantir abstenções na votação no plenário da Câmara de partidos médios e pequenos como PP, PROS, PDT e PTN, ou até mesmo dentro do próprio PMDB – sigla do vice-presidente Michel Temer, cujos aliados trabalham para levá-lo ao Palácio do Planalto também com a promessa de cargos. Mesmo com o contingenciamento no orçamento, que proíbe temporariamente o uso de parte dos recursos de investimento, os órgãos de segundo escalão têm sido cobiçados pelas siglas.

Deputados da oposição criticam as negociações do governo durante sessão da Câmara na semana passada Wilton Junior| Estadão

Até o momento, as legendas que mais perderam influência foram o PMDB e o PTB, do relator do impeachment na Câmara, o deputado Jovair Arantes (GO). As mudanças no segundo escalão devem ser intensificadas até o dia 15 de abril, data em que começará a ser votado no plenário da Câmara o pedido de abertura do impeachment contra Dilma.

Na minirreforma, o governo tem atuado para limar ou retirar dos cargos aliados de Temer e do ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves, único dos sete ministros da legenda que respeitou a decisão da direção partidária de entregar imediatamente os cargos que ocupavam no governo federal.

O governo retirou, por exemplo, uma diretoria da Conab e postos de escalões inferiores no Ministério da Agricultura, todos eles ligados a Temer, cadeiras que ainda estão vagas. Também preferiu privilegiar uma parte do PMDB da Câmara que ainda lhe pode render votos: retirou Vinicius Renê Lummertz Silva do cargo de presidente do Embratur e colocou Gilson Lira. Com esse movimento, o governo tira a influência dos cinco deputados da bancada peemedebista de Santa Catarina (favoráveis ao impeachment) e fica com um indeciso, um parlamentar da Paraíba: o deputado Veneziano é padrinho do presidente interino da Embratur, enquanto Lummertz é ligado aos catarinenses.

A cúpula do PP, sigla que já ganhou a diretoria-geral do Dnocs e tenta, futuramente, assumir o Ministério da Saúde, promete dar entre 25 e 30 votos de uma bancada de 51 deputados para manter a presidente no cargo. Contudo, o placar do impeachment publicado diariamente pelo Estado aponta que 24 são declaradamente favoráveis ao afastamento de Dilma e apenas nove são contrários. Ainda que os oito indecisos e seis que não quiseram responder se pronunciem futuramente a favor da petista, ela não terá o apoio prometido pelo PP.

A oposição protesta contra essas nomeações do segundo escalão, que considera ser um balcão de negócios. No fim de março, dois senadores pediram que a Procuradoria-Geral da República investigue Dilma e o ministro do Gabinete Pessoal da Presidência, Jaques Wagner, por oferecerem cargos em troca de votos. Para o líder do DEM no Senado, Ronaldo Caiado (GO), os deputados não vão se vender por cargos em um governo que está para cair por conta da pressão das ruas. “É um suicídio”, sentenciou.

Negociação. Para os governistas, a negociação tem dado certo. O senador Lindbergh Farias (PT-RJ), disse que após a convenção do PMDB ocorreu um movimento inverso ao da esperada debandada. “As negociações estão se intensificando com vários partidos da base, acho que hoje o impeachment está mais longe”, avaliou. “O governo está com todas as condições de construir uma maioria em torno de 200 votos na Câmara.”

Além da negociação de cargos que controlam somas expressivas de dinheiro, estão em jogo postos sem atrativos financeiros e que envolvem outros interesses, a exemplo da influência de diretorias em agências reguladoras.

A presidente Dilma indicou, por exemplo, o ex-senador Luiz Otávio para a direção-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) para agradar o senador Jader Barbalho (PMDB-PA) e pai do ministro dos Portos, Hélder Barbalho. Na bancada peemedebista do Pará, dos três deputados, dois se mostram indecisos e um não declarou posição, conforme levantamento do Estado.
Foto ilustrativa/////////.sobral24horas.com

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