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segunda-feira, 11 de abril de 2016

CRATO Quadrilha arromba caixas eletrônicos localizados no Shopping Residence.


CRATO Quadrilha arromba caixas eletrônicos localizados no Shopping Residence.
No início da tarde deste domingo  (10) indivíduos não identificados renderam o vigia do Shopping Residence, na cidade do Crato e arrombaram os caixas eletrônicos ali existentes levando uma quantia ainda não revelada. Após a prática do delito os bandidos amarram as mãos do vigia e o amordaçaram e, em seguida, fugiram tomando rumo ignorado.
A ação dos bandidos dentro do prédio durou cerca de 3h.
OUTRA OCORRENCIA:
VÁRZEA ALEGRE – Neste domingo por volta das 18h05mim, a policia de Várzea Alegre foi avisada  que havia sido localizado um rapaz caído ao lado de uma motocicleta às margens da BR-230 na altura da entrada do balneário Arapuã, o qual estava consciente, dizendo que perdeu o controle do veículo e caiu.
A composição da CP10013, comandada pelo Sargento Vidal, Soldados Ribeiro, Izaquiel e Canutocompareceu ao local e confirmou a veracidade do fato. A vítima trata-se do agricultor,  João Paulo De Sousa Gomes, 29 anos residente na Rua José Bezerra Sobrinho, 148. O mesmo foi socorrido pelo o SAMU para o Hospital da cidade de Várzea alegre e a sua moto uma Honda Bros de placas NQX-6365 conduzida ao pátio da delegacia para ser encaminhada a autoridade competente.
Redação/Agência Caririceara.com

O segredo da longevidade


Uma droga popular no tratamento de distúrbios mentais pode guardar a chave para a longevidade, segundo um estudo realizado por cientistas britânicos. Pelo menos para um determinado tipo de inseto: a mosca-das-frutas. Em doses baixas, o lítio prolongou a vida desses invertebrados. Os testes foram conduzidos por uma equipe de pesquisadores da Universidade College London, no Reino Unido. Os cientistas dizem que a descoberta pode levar ao desenvolvimento de novas drogas que ajudem as pessoas a viver vidas mais longas e saudáveis. O lítio é receitado por psiquiatras para controlar transtornos mentais, como a bipolaridade e a depressão, mas pode provocar uma série de efeitos colaterais se ministrado em doses altas. 
A ciência ainda não sabe explicar muito bem como o lítio atua no cérebro, mas nas moscas a substância retarda o envelhecimento através do bloqueio de uma enzima conhecida como GSK-3. "A resposta das moscas para doses baixas de lítio é bastante encorajadora e nosso próximo passo é atacar o GSK-3 em animais mais complexos", disse Linda Partridge, responsável pelo estudo. "Dessa forma, podemos no futuro pensar em desenvolver testes em humanos", acrescentou. O estudo foi publicado na revista científica Cell Reports e concluiu que as moscas tratadas com lítio viveram 16% mais do que a média. 
Por outro lado, quando a substância foi ministrada em alta dosagem, diminuiu o período de vida dos insetos. "As doses baixas não apenas prolongaram a vida das moscas mas também protegeram seus organismos do estresse e ainda bloquearam a produção de gordura naquelas com uma dieta rica em açúcar", acrescentou Ivana Bjedov, parte da equipe responsável pelas descobertas. A ONG britânica Parkinson`s UK ajudou a financiar o estudo. Uma de suas porta-vozes, Claire Bale, afirmou que a pesquisa tem o potencial de gerar idosos mais saudáveis e também oferecer possíveis soluções para tratar ou prevenir doenças, como o Mal de Parkinson. 
Fonte: BBC

Por hora, 282 pessoas ficam desempregadas no País


DesempregoO Brasil dos desempregados já tem quase a mesma população de Portugal: beira os 10 milhões de habitantes. Por hora, 282 brasileiros passam a fazer parte desse contingente, segundo cálculos do economista e blogueiro do Estado Alexandre Cabral. A estimativa é de que, até o fim do ano, serão 12 milhões de novos desempregados no País. Vai ser cada vez mais difícil não conhecer alguém que esteja desempregado. E, para quem já está sem emprego, a dificuldade será encontrar portas onde bater. “Isso é muito grave, porque com exceção da agricultura, não há mais nenhum setor livre do fantasma do desemprego”, diz o economista José Roberto Mendonça de Barros, sócio da MB Associados. “E não se trata de uma crise conjuntural, com uma queda temporária. O problema é estrutural.”
A nova onda de retração no mercado de trabalho ficou evidente a partir do segundo semestre do ano passado, quando os setores de comércio e serviços – grandes empregadores de mão de obra – começaram a demitir com mais força. A piora se somou aos desligamentos na construção civil e na indústria, em crise há mais tempo.
Em 2015, o comércio fechou 208 mil postos de trabalho, depois de mais de dez anos de criação de vagas. “Para este ano, estamos esperando o corte de 220 mil postos, já que o ajuste começou mais tarde no setor e muitos seguraram as demissões por causa dos custos”, afirma Fabio Bentes, economista da Confederação Nacional do Comércio. No comércio, diz Bentes, contratação é sinônimo de crescimento nas vendas – o que não está acontecendo. Em 2015, as vendas recuaram 8,6% e, neste ano, devem cair 8,3%.
O que ajuda a explicar a forte piora nos setores de comércio e serviços é a queda da renda do Brasil. Em 2015, o recuo real – quando descontada a inflação – foi de 3,7%. A última queda havia sido observada em 2004, de 1,4%. Neste ano, deve chegar a 2,5%. “Se existiam sinais de que poderia haver uma melhora das condições do mercado de trabalho, os últimos dados mostram que todas as fontes fecharam”, diz Claudio Dedecca, professor da Unicamp.
“Em menos de dois anos, o Brasil deixou a condição de pleno emprego” afirma Alessandra Ribeiro, economista e sócia da Tendências Consultoria Integrada. A velocidade com que o mercado de trabalho se deteriorou tem impressionado economistas. “Até o início de 2014, os empresários esperavam uma recuperação e eles seguraram o quanto puderam para não demitir”, diz Mendonça de Barros. “Quando eles perderam a esperança, foi uma correria para ajustar a estrutura.”
Até Porto Alegre, que em 2011 foi batizada de “a capital do pleno emprego”, já sofre com aumento das demissões. Dados da Fundação de Economia e Estatística, da Secretaria de Planejamento do Rio Grande do Sul, mostram que a taxa atingiu os dois dígitos na região metropolitana em fevereiro: 10,1%. Há um ano, estava em 5,8%.
Com Estadão Conteúdo

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