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sábado, 27 de dezembro de 2025

Jovem morre e outros quatro ficam feridos após carro cair de ponte de 12 metros de altura em Lavras da Mangabeira/CE

 Lara Barreto Pimenta, de 19 anos, ficou presa às ferragens e não resistiu aos ferimentos.


Uma jovem morreu e outros quatro ficaram feridos após um carro perder o controle, bater em uma mureta e cair de uma ponte de cerca de 12 metros de altura na BR-230, em Lavras da Mangabeira, no interior do Ceará, na madrugada desta quarta-feira (24).

Conforme o Corpo de Bombeiros, equipes da 1ª Companhia do 4º Batalhão de Iguatu foram acionadas por volta das 4 horas, para atender uma ocorrência de capotamento com queda de veículo de ponte.

Ao chegar ao local, os agentes identificaram que uma das passageiras estava presa às ferragens e já estava morta. Ela foi identificada como Lara Barreto Pimenta, de 19 anos, natural de São Paulo, mas moradora da cidade de Lavras da Mangabeira.

Equipes do Samu também estiveram no local e socorreram os outros ocupantes do veículo: duas mulher de 18 e 22 anos, e dois homens, de 24 e 18 anos.

Os quatro sobreviventes foram encaminhados para um hospital da região. Em seguida, foram transferidos para o Hospital Regional do Cariri, em Juazeiro do Norte, onde permanecem internados.

Segundo a Secretaria da Segurança, as circunstâncias do acidente serão investigadas pela Delegacia Municipal de Lavras da Mangabeira.

O prefeito da cidade de Lavras, Ronaldo Pedrosa, conhecido popularmente como "Ronaldo da Madeireira", divulgou uma nota de pesar pela morte de Lara Pimenta.

"Em meio a este momento difícil, deixo minha solidariedade à família e aos amigos. Que a alma encontre paz e acolhimento eterno, e que Deus traga conforto e força aos que aqui permanecem", publicou o prefeito de Lavras da Mangabeira.

Fonte: G1

Adolescente de 16 anos é morta a tiros após testemunhar homicídio no Ceará

O crime ocorreu três meses após a jovem ter testemunhado um homicídio e identificado os mandantes e executores do assassinato.

Uma adolescente de 16 anos foi morta a tiros no bairro Vicente Pinzón, em Fortaleza, área marcada por disputa entre facções criminosas como Comando Vermelho (CV), Guardiões do Estado (GDE) e TDN. O crime ocorreu três meses após a jovem ter testemunhado um homicídio na mesma região e identificado os mandantes e executores do assassinato. A adolescente também havia sido alvo de represálias por ter perdido drogas em uma apreensão realizada pela Polícia Militar.
De acordo com as investigações, a vítima foi assassinada na madrugada do dia 10 de julho de 2025. Conforme consta em relatório policial, um carro branco se aproximou da adolescente e, em seguida, três homens desceram do veículo e efetuaram quatro tiros na cabeça e um nas costas.
Moradores relataram à polícia que a adolescente era conhecida na região por trabalhar como “aviãozinho” do tráfico para a facção Guardiões do Estado (GDE) e por repassar informações às forças de segurança. A investigação apontou ainda que ela possuía três registros de atos infracionais análogos aos crimes de tráfico e consumo de drogas.
Segundo depoimentos colhidos durante a apuração, a jovem traficava para um homem identificado como Daniel da Silva Menezes, conhecido como “Daniel San”, que atuava no chamado “Beco da Doze”, ponto de produção e venda de drogas no Vicente Pinzón. Uma denúncia anônima indicou que a adolescente sofria agressões sempre que cometia erros no tráfico e que Daniel teria planejado a morte da jovem após descobrir que ela repassava informações à polícia.

Testemunha de homicídio no Vicente Pinzón - Em março de 2025, a adolescente havia sido testemunha do assassinato de João Victor Dias, morto a tiros na comunidade da Fazendinha, também no Vicente Pinzón. Segundo relatos, o jovem teria sido executado após abandonar a facção GDE e tentar se vincular à facção TDN, em um episódio conhecido como “rasgar a camisa”.
No dia do crime, a adolescente estava com João Victor e conseguiu escapar com vida, embora tenha sido atingida por um tiro na perna. Em depoimento, ela identificou quatro pessoas como mandantes e executores do homicídio. Os suspeitos, ligados à facção GDE, eram apontados como lideranças responsáveis pelo controle do tráfico na região.

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