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| Foto Divulgação / Governo do Ceará |
A Caatinga, bioma com diversas funções importantes no semiárido brasileiro, terá área recuperada a partir do Plano de Ação Brasileiro de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (PAB-Brasil). A meta é recuperar cerca de 10 milhões de hectares de terras degradadas.
Apresentado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), o plano prevê 175 iniciativas focadas em combater à desertificação e recuperar terras degradadas em todos os biomas até 2045. A Caatinga é o bioma mais ameaçado pela desertificação no Brasil.
“Com isso, queremos alavancar todo o processo de restauração socioprodutiva, assegurando a recuperação do solo degradado, da recomposição vegetal, da disponibilidade de água, da produção de alimentos saudáveis, da geração de trabalho e emprego e de outros serviços ecossistêmicos”, afirmou o diretor do Departamento de Combate à Desertificação do MMA, Alexandre Pires.
De acordo com as Nações Unidas, a degradação ambiental causada pelo mal uso do solo e a seca intensificada pelas mudanças climáticas são as principais causas da desertificação, que é a perda da capacidade produtiva da terra. As regiões áridas, semiáridas e subúmidas secas são as mais ameaçadas, mas em todo o mundo 75% da população pode ser atingida nas próximas décadas.
No Brasil, segundo estudo divulgado em junho pela Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), a desertificação ameaça a capacidade produtiva do solo de 18% do território nacional. Na área, concentrada principalmente na Região Nordeste, vivem 39 milhões de pessoas.
Com informações do Portal GC Mais.
Transnordestina inicia operação com transporte de milho entre Piauí e Iguatu
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| Foto Kid Júnior |
Após quase 20 anos em obras e impasses jurídicos nos últimos meses, a Ferrovia Transnordestina começa, enfim, a realizar o transporte de mercadorias a partir desta quinta-feira (18).
As cargas transportadas serão de milho e serão levadas de Bela Vista do Piauí (PI) até Iguatu (CE). A primeira composição sairá do Piauí com 20 vagões e vai percorrer um trajeto de 585 quilômetros (km) entre as duas cidades.
As informações foram confirmadas pela Transnordestina Logística S.A. (TLSA), concessionária responsável pela construção e operação da linha férrea. Não foram revelados detalhes sobre o volume da carga transportada, nem mesmo qual a periodicidade dos vagões. O cliente do primeiro transporte é confidencial, conforme a empresa.
"No dia 11 foi emitida pelo Ibama a Licença de Operação (LO) que possibilita o transporte de cargas neste trecho. O início efetivo do transporte comissionado será programado junto com os Governos Federal, do Ceará e do Piauí", informou a TLSA em nota.
Com informações do Diário do Nordeste.


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