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sábado, 27 de dezembro de 2025

Estátua da beata Menina Benigna é finalizada no interior do Ceará

 


Foto Lorena Tavares/SVM
A nova estátua da beata Menina Benigna foi finalizada em Santana do Cariri, no interior do Ceará. A previsão é de inauguração em janeiro de 2026. Nesta sexta (26), os trabalhadores da obra se despediram com uma bênção aos pés do monumento. O momento de oração foi conduzido pelo pároco da Paróquia Senhora Santana, padre Arnaldo Pereira do Nascimento.

"Estamos concluindo esse trabalho heróico que eles vêm realizando e pedindo bênçãos e graças para que eles continuem fazendo esses trabalhos tão belos que retratem a alegria e beleza do sagrado. Essa bênção é especial para eles, para que a missão continue", afirma o sacerdote.

Com cerca de 26 metros de altura, a estátua se ergue como testemunho da fé de muitos romeiros que visitam a cidade em busca dos milagres da menina Benigna.

O complexo conta ainda com uma capela e um memorial, em um espaço de 48 mil metros quadrados, preparado para acolher romeiros e devotos. A inauguração está prevista para janeiro de 2026 e já desperta grande expectativa entre os fiéis, que veem na obra um lugar de encontro com Deus e com a memória da jovem mártir.

Com cerca de 88% da população católica na cidade, a inauguração da estátua é um momento muito esperado pelos fiéis. O fluxo deve aumentar ainda mais na romaria anual, que acontece em outubro.

A estimativa de 60 mil visitantes pode até ser superada em cinco vezes, conforme o secretário de Turismo e Romaria de Santana do Cariri, Ypsilon Félix.

"Foi uma reivindicação dos romeiros, do poder público, que a gente tivesse aqui uma nova estátua, que representasse todo o trabalho científico que foi produzido acerca da reconstituição da imagem de Benigna. O crescimento da visitação já é espontâneo, mas a grande expectativa é o complexo, equipamento turístico e religioso que vai propiciar uma melhor acolhida a esses milhares de romeiros que chegam aqui a Santana do Cariri", reforça o secretário

Com informações do G1 Ceará.

Endividamento das famílias brasileiras chega a 49,3% da renda anual

Foto Marcello Casal Jr | Agência Brasil)
Dados divulgados pelo Banco Central (BC) apontam que o endividamento das famílias brasileiras chegou a 49,3% da renda anual, enquanto o comprometimento mensal com dívidas subiu para 29,4%. Os juros do crédito livre para pessoas físicas, por sua vez, atingiram o patamar de 59,4% ao ano, um dos fatores que justificam a perda de fôlego do crédito.

Na prática, isso significa que quase metade da renda anual das famílias corresponde a dívidas como financiamentos, empréstimos e uso do cartão de crédito. Mesmo com esse aperto no orçamento, o volume total de crédito às famílias continuou crescendo.

Em novembro, o chamado crédito ampliado às pessoas físicas somou R$ 4,7 trilhões, o equivalente a 37,2% do Produto Interno Bruto (PIB). Esse avanço indica que muitas famílias ainda recorrem ao crédito, seja para manter o consumo, seja para reorganizar dívidas antigas, mesmo diante de condições mais caras.

Crescimento vem perdendo intensidade

O problema é que esse crescimento vem perdendo intensidade. O estoque total de crédito do Sistema Financeiro Nacional avançou 9,5% em 12 meses, ritmo menor do que o observado anteriormente (10,2%). Essa desaceleração mostra que tanto consumidores quanto empresas estão mais cautelosos na hora de assumir novos compromissos financeiros.

Entre as empresas, o movimento é ainda mais contido. O crédito ampliado às companhias alcançou R$ 6,8 trilhões, o equivalente a 53,8% do PIB, mas praticamente não cresceu no mês. Em 12 meses, a alta foi de 4,8%, puxada principalmente pela emissão de títulos de dívida, o que sugere que muitas empresas têm buscado alternativas fora do crédito bancário tradicional.

A redução do apetite por crédito aparece de forma clara quando se observam as concessões, que representam os novos empréstimos efetivamente contratados. Em novembro, essas operações somaram R$ 637,5 bilhões, uma queda de 6,6% em relação ao mês anterior. Mesmo após ajustes estatísticos, houve recuo tanto nas operações com famílias quanto com empresas, sinalizando menor demanda por crédito novo.

Com informações do Site Extra.

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