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| Foto José Cruz/ Agência Brasil |
O Governo Federal publicou, no Diário Oficial da União desta quarta-feira (24), o decreto que oficializa o reajuste do salário mínimo para o ano de 2026.
R$ 1.621 é o novo valor do salário mínimo, que vale a partir de 1º de janeiro do próximo ano. O valor, no ano corrente, era de R$ 1.518. O aumento foi de R$ 103 - ou 6,79%.
Pessoas que recebem o salário mínimo (ou múltiplos dele) ou benefícios vinculados a esse valor, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o seguro-desemprego, devem receber o novo valor no início de fevereiro de 2026.
O reajuste do salário mínimo é feito a partir de métricas, como a inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), em 12 meses, até novembro; e o índice de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) dos dois anos anteriores.
Dessa forma, foi aplicada a inflação até novembro deste ano, índice que ficou em 4,4%. A alta real de 2,5% do PIB de 2024 também foi considerada
Com informações do Diário do Nordeste.
Ceará encerra o ano com 40,6% da capacidade hídrica acumulada nos reservatórios
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| Foto Reprodução |
O Estado do Ceará fecha o ano de 2025 com 40,64% da capacidade total acumulada em seus reservatórios, o que equivale a cerca de 18,4 bilhões de metros cúbicos de água. Os dados, divulgados pela Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), consideram os reservatórios monitorados e estratégicos para o abastecimento e segurança hídrica do Estado.
Atualmente, 37 açudes operam com volumes abaixo de 30% da capacidade, enquanto apenas dois reservatórios registram níveis superiores a 90%. Esses números evidenciam a distribuição desigual de água entre as diversas bacias hidrográficas cearenses, exigindo atenção diferenciada para cada região.
As bacias do norte do Estado, como Coreaú, Litoral, Curu, Metropolitanas, Acaraú e Serra da Ibiapaba, apresentam situação mais confortável, com volumes acima de 50% da capacidade total. Já as bacias do Médio Jaguaribe, Sertões de Crateús e Banabuiú enfrentam níveis críticos, com destaque para os Sertões de Crateús, que acumulam apenas 10% da capacidade.
Segundo o diretor-presidente da Cogerh, Yuri Castro, a desigualdade hídrica entre as bacias é um desafio contínuo para o Estado. “O Ceará possui realidades hídricas muito distintas entre suas bacias. Enquanto algumas regiões encerram o ano com volumes mais confortáveis, outras ainda enfrentam níveis críticos. Por isso, o monitoramento constante e a análise individualizada de cada bacia são fundamentais para orientar a tomada de decisões e garantir o uso equilibrado da água”, afirmou.
Com informações ro Porral GC Mais.
Fotossensores são retirados em rodovias federais no Ceará
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| Foto Eduardo Neves/Reprodução |
Os fotossensores que fazem a fiscalização eletrônica da velocidade dos veículos serão gradualmente substituídos em todas as rodovias do Ceará, conforme o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Segundo o órgão, alguns pontos poderão ficar temporariamente sem medidores de velocidade.
Nesta quarta-feira (24), moradores registraram a retirada do equipamento na BR-116, no município de Horizonte.
Em nota, o Dnit informou que está passando por uma transição de contratos relacionada à instalação dos medidores eletrônicos em todas as rodovias federais do Ceará. O órgão conta com nova empresa contratada para operar o serviço no estado, com contrato que está em vigor desde o mês de novembro.
O órgão informa que os equipamentos estão sendo gradualmente retirados para permitir que a nova empresa contratada faça a instalação, aferição e calibração dos seus próprios equipamentos.
“Durante esse período de transição, alguns pontos de fiscalização poderão permanecer temporariamente inativos. Porém, ausência momentânea de operação dos equipamentos não desobriga os usuários da via de cumprir rigorosamente os limites de velocidade e demais normas de circulação”, diz a nota do Dnit.
A previsão de instalação e operação dos novos equipamentos segue um cronograma, seguindo ordem de prioridade estabelecida por normativa do Dnit.
O órgão ressalta, ainda, que a instalação dos novos equipamentos segue etapas como estudo de viabilidade, estudo técnico de instalação e implantação de sinalização e aferição metrológica.
“O Dnit reforça que trabalha para que a substituição e reativação dos equipamentos ocorram no menor prazo possível, com o objetivo de garantir a continuidade das ações de monitoramento e preservação da segurança nas rodovias federais”, complementa a nota.
Com informações do G1 Ceará.



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