
Uma professora foi morta a tiros na tarde desta última terça-feira (12), por volta das 16h40, no Sítio Barreiros, zona rural de Salitre, no interior do Ceará, próximo à Escola Cirilo Leite. A vítima completaria 55 anos na sexta-feira (15).
Segundo a Polícia Militar, Maria Petronília da Silva, conhecida como “Neidona”, foi encontrada sem vida sobre a cama de um dos quartos da residência. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) estiveram no local e confirmaram o óbito.
Testemunhas relataram que dois homens vestidos de preto, em uma motocicleta, foram vistos nas proximidades antes dos disparos. Após a fuga dos suspeitos, vizinhos entraram na casa e encontraram Maria Petronília baleada.
Com informações do Portal GC Mais.
Empresários do mel no Ceará renegociam com importadores dos Estados Unidos e retomam exportações após tarifaço
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| Foto Isanelle Nascimento/Diário do Nordeste |
Empresários cearenses renegociaram diretamente com importadores norte-americanos para viabilizar o embarque de 50 contêineres de mel destinados aos Estados Unidos no segundo semestre deste ano, evitando grandes prejuízos com o tarifaço imposto sobre as exportações brasileiras, em vigor desde o último dia 6 de agosto.
O setor enfrentava forte pressão, sobretudo por exportar 95% de sua produção para os EUA, e chegou a registrar, em julho, o bloqueio de cargas no Porto do Pecém, enquanto importadores ainda aguardavam definições sobre a implementação da medida.
Joventino Neto, presidente da Federação dos Apicultores do Ceará (Fecap), explica que a iniciativa para manter as exportações exigiu a renegociação de contratos, com redução das margens de lucro tanto para os vendedores quanto para os compradores.
De acordo com ele, atualmente, os importadores compram o mel cearense por cerca de R$ 14 o quilo, valor inferior aos R$ 16 pagos anteriormente. No entanto, revendem o produto no exterior por R$ 65 a R$ 70 o quilo, atingindo uma margem de lucro superior a 300%.
Por isso, afirma, aceitaram dividir os prejuízos do tarifaço com os produtores cearenses para minimizar os impactos para ambos.
"Como eles [os EUA] têm uma margem de lucro muito grande, dividiram o prejuízo, porque as grandes empresas já possuem clientes certos, contratos de fidelidade e logística. Eles se prepararam para exportar cerca de 300 toneladas mensais ao longo do ano", disse, em entrevista ao Diário do Nordeste.
Os acordos na cadeia produtiva do mel acontecem independentemente das medidas anunciadas pelo Governo do Ceará, como a compra de alimentos por supermercados, e das ações Governo Federal, cujos anúncios foram feitos nesta última quarta-feira (13).
Com informações do Diário do Nordeste.

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