Casos intrigantes tem chamado a atenção do povo, como por exemplo registro de mortes por COVID-19 não sendo esse o verdadeiro motivo da morte.
Registrado no dia 08 de Maio na cidade de Tramandaí-RS, Valdir Borges faz um relato nas redes sociais usando o atestado de óbito da esposa Nilza Vicente que faleceu no dia 06 de maio, ela foi acometida de um câncer fulminante e faleceu no hospital Conceição em Porto Alegre, Nilza estava sendo tratada de um câncer no fígado que acabou atingindo outros órgãos, as causas da morte foram registradas ainda no hospital sendo: Metástase pulmonar, hepatocarcinoma, cirrose hepática tipo morte natural e insuficiência respiratória.
Valdir Borges fez todo o procedimento necessário para retirada do corpo, mas ao chegar no local a surpresa, mesmo diante de todo o relatório dado pela equipe médica que cuidava do caso, ele não pôde levar sua esposa para ser velada pois foi registrado no local como morte por COVID-19. Valdir afirma ter discutido e mostrado o atestado de óbito, mas eles disseram que não poderiam liberar o corpo porque esse era o protocolo, em lágrimas ele gravou um vídeo que está circulando pelas redes sociais, pedindo justiça , ela acrescenta em seu comentário umas perguntas : “Não se morre de câncer? de tiro? somente de COVID-19?”
Fonte: Lex Jornalismo
Viraliza campanha para que políticos abram mão de regalias para combater Coronavírus
Viraliza a campanha para que parlamentares, sobretudo do Congresso, abram mão dos seus privilégios e regalias, a fim de que esses recursos sejam aplicados no combate ao coronavírus.
Afinal, enquanto a crise ameaça salários, empregos e empresários já não sabem se continuarão sua atividade, deputados federais e senadores seguem custando quase R$200 mil por mês, cada, e ainda têm plano de saúde único no mundo, ao contrário do povo, que paga essa conta e tem que enfrentar o SUS.
A campanha nas redes sociais inclui, além de parlamentares, todos os ocupantes de cargos bem remunerados na administração pública.
Com a crise do coronavírus, em poucos dias Câmara e Senado criaram um sistema de votação remoto que os dispensam de ir ao trabalho.
Se o Congresso não abre mão de privilégios, ao menos poderia reduzi-los, já que a pretexto do coronavírus vai trabalhar só um dia por semana.
A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.


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