O Ministério da Saúde monitora a Grande Fortaleza como uma das áreas metropolitanas do País que geram mais preocupação com o aumento do número de casos do coronavírus e reafirmou, neste sábado, as recomendações para o Governo do Estado evitar afrouxamento das medidas de isolamento social.
O Brasil registra 1.124 mortes por Covid-19 e 20.727 casos suspeitos da doença. O Ceará tem o terceiro maior número de óbitos – 67, ficando atrás do Rio de Janeiro (155) e do Estado de São Paulo (560). Em quarto lugar, aparece o Estado do Amazonas, com 53 mortes. São 1582 pessoas suspeitas de infecção na Grande Fortaleza e no Interior do Estado.
As Regiões Metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Manaus e Fortaleza, além da Grande Recife, despertam preocupação das autoridades do Ministério da Saúde. O Secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Wandrson Oliveira, alertou, em entrevista coletiva, neste sábado, a necessidade da população respeitar as medidas de distanciamento social.
‘’Esperamos que não tenhamos que tomar essa medida em nenhum lugar do Brasil. Por isso, pedimos que as pessoas sigam no isolamento social, em especial em Manaus, Fortaleza, Rio de Janeiro e São Paulo, que são os estados mais afetados pela Covid-19’’, disse Wanderson, ao responder a uma pergunta sobre a possibilidade do Brasil impor medidas mais amplas e duras, como lockdown.
Acerca da convocação de voluntários para atuação na área da saúde, o ministério anunciou que a partir do dia 13 de abril estará iniciando os processos de chamada destes profissionais para atuarem na cidade de manaus, capital do Amazonas, e é bem provável que Fortaleza, capital cearense, esteja dentro desse projeto.
Dentre as ações promovidas pelo nos últimos dias para combate à doença, destaca-se a liberação de mais R$ 4 bilhões a estados e municípios. O valor é adicional ao que já recebem para custeio de ações e serviços relacionados à saúde e pode ser utilizado para compra de materiais e insumos, para a abertura de novos leitos e para custeio de profissionais.
Com informações do Ceará Agora.
"A última coisa a pensar neste momento é em política", diz Camilo Santana para Bolsonaro
Pelas redes sociais, o governador do Estado Camilo Santana (PT) reagiu neste sábado aos últimos movimentos do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que rompeu novamente o isolamento social e estimulou a volta ao trabalho.
“A última coisa a pensar neste momento é em política, partido, ideologia”, escreveu o petista. “Presidente Bolsonaro, governadores e prefeitos, precisamos todos estar unidos para minimizar os efeitos do coronavírus para nossa população”. Na mesma postagem, o chefe do Executivo pediu para que os gestores deixem “as divergências de lado” para seguir juntos “pela vida”.
Também neste último sábado (11), Bolsonaro visitou obras de um hospital de campanha em Goiás, governado por Ronaldo Caiado, do DEM. Lá, o presidente voltou a interagir com apoiadores. Sem máscara, cumprimentou pessoas que o esperavam atrás de cordão de isolamento.
Pelas ruas do País, grupos minoritários pediram o fim da quarentena. Os movimentos se concentraram principalmente no Rio de Janeiro e São Paulo.
Com informações do O Povo
“A última coisa a pensar neste momento é em política, partido, ideologia”, escreveu o petista. “Presidente Bolsonaro, governadores e prefeitos, precisamos todos estar unidos para minimizar os efeitos do coronavírus para nossa população”. Na mesma postagem, o chefe do Executivo pediu para que os gestores deixem “as divergências de lado” para seguir juntos “pela vida”.
Também neste último sábado (11), Bolsonaro visitou obras de um hospital de campanha em Goiás, governado por Ronaldo Caiado, do DEM. Lá, o presidente voltou a interagir com apoiadores. Sem máscara, cumprimentou pessoas que o esperavam atrás de cordão de isolamento.
Pelas ruas do País, grupos minoritários pediram o fim da quarentena. Os movimentos se concentraram principalmente no Rio de Janeiro e São Paulo.
Com informações do O Povo


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