Raul Gil, 82, está internado no hospital Albert Einstein, em São Paulo. De acordo com Maísa Alves, assessora do SBT, o apresentador sofreu um acidente doméstico no domingo de Páscoa (12). "Ele caiu da escada na casa dele e trincou duas costelas na queda, mas está bem".
Alves informou ainda que Raul já deveria ter saído do hospital, mas a família e o médico pessoal do apresentador, acharam melhor mantê-lo, sob observação, até a próxima segunda-feira (20).
Ela disse também que, embora o comunicador esteja internado em um andar separado dos pacientes com coronavírus, tanto ele quanto seu filho Raul Gil Júnior -diretor de TV, conhecido como Raulzinho- fizeram teste O apresentador usou o Instagram para tranquilizar os fãs sobre seu estado de saúde. "Para todos que me seguem, quero agradecer todas as orações...orações são sempre bem vindas...tive um acidente em minha casa, mas logo estarei gravando meu programa e alegrando, como sempre, todas as tardes de sábado, em nome do Senhor Jesus", postou ele.
Em setembro, Gil foi internado em um hospital de São Paulo após sofrer com um quadro de arritmia cardíaca. "Fiz 20 e poucos exames e saíram todos maravilhosos, inclusive pela minha idade. [...] Deu uma arritmia e meu médico falou: 'Você terá que ficar uma noite aqui no hospital para a gente dar um jeito nisso'. E eu fiquei. Mas eu rezei muito, pedi muito para Deus, porque não estava voltando ao normal", disse ao TV Fama, uma mês após o ocorrido.
79% da população apoia punição a quem violar quarentena; diz pesquisa Datafolha.
Pesquisa realizada pelo instituto Datafolha nessa sexta-feira, 17, mostra que 79% dos brasileiros apoiam algum tipo de punição a quem violar regras do isolamento social. A pena de detenção, no entanto, é defendida por apenas 3% da população.
As advertências verbais são apontadas por 43% dos entrevistados como a melhor forma de punir os infratores, enquanto as multas são defendidas por 33%.
A conclusão, que revela indiretamente o alto nível de adesão dos brasileiros por medidas de isolamento, contraria os argumentos de Bolsonaro, que voltou a advogar pela volta à normalidade nesse sábado, apesar de o país ainda estar no início do surto de Covid-19 e ter passado a registrar mais de 200 mortes diárias nesta semana.
A pesquisa foi aplicada em 1.606 pessoas um dia após o presidente Jair Bolsonaro ter demitido o ministra da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, substituído por Nelson Teich.
Mandetta teve seu desempenho no combate ao surto do novo coronavírus avaliado como ótimo ou bom por 71% dos entrevistados. O índice equivale praticamente ao dobro do obtido por Bolsonaro. O desempenho do presidente durante a crise é avaliado por 36% da população como ótimo ou bom.
As opiniões são mais divergentes sobre o que acontecerá daqui para frente, no combate à pandemia, com a troca do titular da pasta da Saúde. Para 32%, a situação irá melhorar, e 36% acreditam que irá piorar. Uma parcela de 20% avalia que não haverá mudança e a situação ficará igual, e 13% não opinaram.
#fiqueemcasa

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