Atenção: as imagens contidas no blog são de domínio público e/ou retiradas do Google. Se você, por algum motivo, sentir-se ofendido ou agredido com alguma imagem ou texto postados neste blog, entre em contato e a mesma, se este for o caso, será retirada. Caso a imagem seja sua, avise-me para que eu lhe credite a autoria.CONTATO cratonoticia@gmail.com/WHATSAPP [88] 9 9788

sábado, 11 de agosto de 2018

Grávida de 3 meses foi morta por estrangulamento em SC

Marcelo Kroin foi preso por morte de Andrea Araújo (Foto: Reprodução/Facebook)
Marcelo Kroin foi preso por morte de Andrea Araújo

A causa da morte de Andreia Campos Araújo, de 29 anos, grávida de três meses, em Jaraguá do Sul, no Norte catarinense, foi estrangulamento (asfixia mecânica), apontou o laudo final do Instituto Médico Legal (IML) divulgado nesta sexta-feira (10). Preliminarmente, o órgão havia informado que a morte tinha sido provocada por traumatismo craniano. O marido dela, Marcelo Kroin, de 38 anos, está preso e foi indiciado por feminicídio.
Andreia foi encontrada morta enrolada em um cobertor dentro de um carro na garagem de casa, no domingo (5). Kroin foi detido em flagrante após confessar a autoria do crime à polícia e teve a prisão convertida em preventiva na segunda (6).

Depoimentos - Segundo a Polícia Civil, Kroin confessou que atingiu a mulher com um soco no domingo (5) e que ela bateu a cabeça depois, morrendo em seguida. À PM, o marido afirmou que o crime ocorreu depois de uma briga do casal, que Andreia tentou agredi-lo e que ele deu um soco para se defender.
Conforme a Polícia Civil, Marcelo tinha passagens pela polícia por violência doméstica, tendo como vítima a ex-mulher.

Corpo no carro - Marcelo contou à polícia ter colocado o corpo da mulher no carro, por volta das 14h do domingo, e dirigido até a cidade vizinha de Canoinhas. Mas "sem saber o que fazer", voltou para casa com o corpo da vítima dentro do veículo. O carro foi apreendido e Marcelo foi levado para o presídio de Jaraguá do Sul.

Reajuste do STF terá impacto anual de R$ 243 milhões no Executivo

O Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão estimou em R$ 243,1 milhões por ano o impacto orçamentário, no Poder Executivo, do aumento salarial dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Por mês, a despesa terá um acréscimo de R$ 18,7 milhões.

Ontem (8) o Supremo aprovou, por 7 votos a 4, reajuste de 16% no salário dos ministros da Corte, para 2019. Atualmente o salário é de R$ 33,7 mil e passará para R$ 39,3 mil por mês, caso seja aprovado pelo Congresso Nacional. O subsídio dos ministros é o valor máximo para pagamento de salários no serviço público.

O cálculo do ministério não inclui o efeito cascata nos vencimentos de servidores do Judiciário e do Legislativo, que têm suas próprias folhas de pagamento. "Atualmente, 5.773 servidores têm remuneração superior ao teto de R$ 33.763 [teto constitucional] e sofrem descontos em seus contracheques com a aplicação do Artigo 42 da Lei 8.112/90 (abate-teto)", informou o ministério, por meio de nota.

Se considerado o "efeito cascata" nos demais poderes e também nas unidades da federação, as despesas podem aumentar em até R$ 4 bilhões, segundo projeções de técnicos da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Somente no Judiciário, o impacto seria de R$ 717 milhões ao ano.

Ainda de acordo com o Ministério do Planejamento, o reajuste do teto também vai provocar aumento nos salários de presidente da República, vice-presidente e ministros, que têm as suas remunerações fixadas pelo Congresso Nacional com base no teto. A elevação do gasto na folha de pagamento, nesse caso, seria de mais R$ 7 milhões por ano.