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sábado, 16 de agosto de 2025

Hugo indica Ricardo Ayres para relatar CPMI do INSS: “Tem perfil moderado”

 


 



O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou nesta sexta-feira (15) a indicação do deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO) como relator da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) que investigará fraudes no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

“O deputado Ricardo Ayres tem perfil moderado, respeitado por todos os campos políticos, e reúne as condições ideais para garantir uma apuração responsável e isenta, à altura da importância que este tema tem para milhões de brasileiros”, afirmou Hugo à CNN.

A comissão, formada por deputados e senadores, deve ser instalada na próxima semana. O presidente do colegiado será o senador Omar Aziz (PSD-AM).

Patrocinada por integrantes da oposição, a CPMI mira investigar os descontos ilegais na folha de pagamentos de aposentados e pensionistas. O esquema foi revelado em 23 de abril após a Operação Sem Desconto da (PF) Polícia Federal e da (CGU) Controladoria-Geral da União.

“O Brasil vive um momento sensível, com denúncias que atingem diretamente a confiança da população no sistema previdenciário. É fundamental que a relatoria seja conduzida por alguém com serenidade, capacidade de diálogo e compromisso com a verdade”, declarou Hugo.

No X (antigo Twitter), ao anunciar a escolha de Ayres, o presidente da Câmara desejou um “bom trabalho” para os parlamentares da CPMI. O colegiado será composto por 15 deputados e 15 senadores titulares e igual número de suplentes.

“Anuncio que o relator da CPMI do INSS será o deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO). Desejo a ele, ao presidente Omar Aziz (PSD-AM) e a todos os integrantes um excelente trabalho nessa pauta tão relevante para o país”, disse.

Fonte: CNN Brasil

Secretário de Defesa do EUA se manifesta a favor do fim do voto feminino em sua redes sociais


O vídeo é um trecho da reportagem da CNN com pastores evangélicos compartilhando o mesmo pensamento: o fim do voto e liderança feminina.
Nathalie Fernandes
Foto: Daniel Torok / White House

Pete Hegseth, Secretário de Defesa dos Estados Unidos, utilizou suas redes sociais no dia 7 de agosto para se manifestar a favor do fim do voto feminino no país. O político publicou em seu perfil no X (antigo Twitter), uma parte da entrevista feita pela CNN com líderes evangélicos defendendo que mulheres deveriam perder o direito de votar  e que a liderança política e familiar cabe exclusivamente aos homens.

O trecho do programa compartilhado era do pastor nacionalista e cristão, Doug Wilson, um dos fundadores  da Comunhão das Igrejas Evangélicas Reformadas (CREC), sediada em Idaho, afirmando que gostaria de ver os EUA se tornarem “uma nação cristã” e, em uma escala maior, “um mundo cristão”. O religioso ainda exprimiu que mulheres não deveriam ocupar cargos de liderança ou combate nas Forças Armadas.

Uma mulher afiliada à CREC, também entrevistada para o programa, comentou que considera o marido o chefe da família. “Eu me submeto a ele”, acrescentou.

Quando Peter publicou o vídeo de quase sete minutos em seu perfil, adicionou a legenda ‘Tudo de Cristo para toda a vida’. No dia 9 de agosto, o porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, disse em comunidade à imprensa dos Estados Unidos que o secretário de Defesa é “um orgulhoso membro de uma igreja afiliada à CREC”, fundada por Wilson, e que “aprecia muito muitos dos escritos e ensinamentos” do pastor.

Por outro lado, Doug Pagitt, pastor e diretor executivo da organização evangélica progressista Vote Common Good, declarou que as ideias apresentadas no vídeo refletem “visões restritas a pequenas comunidades cristãs” e considerou “muito perturbador” que o chefe do Pentágono esteja dando visibilidade a esse tipo de pensamento.

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