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sexta-feira, 1 de agosto de 2025

Dois homicídios à bala em Juazeiro e Campos Sales na noite desta quinta-feira

 

Mais duas pessoas foram assassinadas na região do Cariri no intervalo de três horas na noite desta quinta-feira (31).
Demontier Tenório    site miséria

“Gilberto Vaqueiro” foi morto a tiros em Juazeiro e Cledsley em Campos Sales. (Foto: Reprodução)

Mais duas pessoas foram assassinadas na região do Cariri no intervalo de três horas na noite desta quinta-feira (31). Sobre Juazeiro foi o quarto homicídio do mês de julho e o 42º do ano no município ou 42,8% em relação aos 98 registrados ano passado. Já em relação a Campos Sales, foi o terceiro homicídio de 2025 no município ou 62,5% em relação aos oito que aconteceram no decorrer do ano passado.

Por volta das 20 horas o ferrador de cavalos José Gilberto Gomes Peixoto, de 33 anos, o “Gilberto Vaqueiro”, que residia na Rua Carolina Sobreira (Pirajá), foi morto com vários tiros na Praça do Bairro Campo Alegre em Juazeiro. O crime foi praticado por dois homens que fugiram numa moto e a vítima já respondia por assalto, falsidade ideológica e porte de arma de fogo.

No último dia 3 de setembro, militares do BPMA cumpriram mandado judicial por roubo recolhendo “Gilberto Vaqueiro” encontrado num cartório na Rua São Francisco no centro de Juazeiro. Ele é envolvido num assalto com reféns praticado na residência de um empresário no bairro Campo Alegre quando levou joias e dinheiro juntamente com outros comparsas. No dia da prisão, PMs foram até à casa dele e apreenderam um revólver calibre 38 com sete munições intactas

OUTRO – Já por volta das 23 horas, na Rua Carneiro Mendonça no centro de Campos Sales, o técnico em informática Cledsley Araújo Benevides Machado, de 35 anos, foi morto a tiros. O crime foi praticado por um homem que se aproximou do mesmo e já foi atirando quando fugiu numa moto sem ser identificado. O corpo vai ser velado no Centro de Velório Anjo da Guarda em Campos Sales com sepultamento neste sábado naquele município.

Ele era usuário de drogas e, durante muito tempo, residiu no Conjunto Ceará em Fortaleza. No dia 3 de setembro de 2019, na capital, pediu a moto de um amigo emprestada para comprar drogas e não devolveu num caso de apropriação indébita, sendo denunciado pelo Ministério Público. Perante o delegado falou que devia na “boca de fumo” e o traficante tomou a moto mediante ameaças quando veio embora para Juazeiro e ficou internado numa clínica de reabilitação para dependentes químicos.

72% dos brasileiros reprovam tarifa de Trump sobre produtos do Brasil, diz pesquisa


Apenas 19% se disseram a favor da medida, enquanto 9% não souberam ou preferiram não responder.
Nathalie Fernandes    site miséria
Foto: Jim Watson/AFP

Uma pesquisa recente da Quaest revelou que 72% dos brasileiros são contrários ao decreto assinado pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que estabelece uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros. Apenas 19% se disseram a favor da medida, enquanto 9% não souberam ou preferiram não responder.

O apoio à decisão de Trump é majoritariamente masculino e se concentra entre os eleitores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e pessoas que se identificam com a direita. Entre os eleitores de Bolsonaro em 2022, 41% afirmam que Trump está certo ao impor a tarifa, contra apenas 6% dos eleitores de Lula. Já entre os que se consideram bolsonaristas, o apoio sobe para 42%. Entre os direitistas não bolsonaristas, a aprovação também é alta, atingindo 40%.

A margem de erro da pesquisa varia entre 3 e 5 pontos percentuais, a depender do perfil analisado.

Entenda o caso 

O decreto que formaliza a tarifa de 50% para produtos brasileiros foi assinado por Donald Trump na última quarta-feira (30) e entra em vigor no dia 6 de agosto. Segundo a Casa Branca, a medida foi tomada em resposta a ações do governo brasileiro que representariam uma “ameaça incomum e extraordinária à segurança nacional, à política externa e à economia dos EUA”.

Trump também justificou a ação como uma resposta à “perseguição, intimidação, assédio, censura e processo politicamente motivado” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.

A decisão foi tomada com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional, de 1977, que confere ao presidente dos EUA o poder de tomar medidas extremas em tempos de emergência nacional.

“O presidente Trump tem reafirmado consistentemente seu compromisso de defender a segurança nacional, a política externa e a economia dos Estados Unidos contra ameaças estrangeiras, inclusive salvaguardando a liberdade de expressão, protegendo empresas americanas de censura coercitiva ilegal e responsabilizando violadores de direitos humanos por seu comportamento ilegal”, diz o documento.

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