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sábado, 2 de março de 2024

Casos de violência contra a mulher crescem 58% em 2023 no Ceará

 


Fot:o Marcelo Camargo/Agência Brasil
A Defensoria Pública do Ceará (DPCE) registrou em 2023 um total de 11.408 atuações em casos de violência contra a mulher. Trata-se de aumento de 58% em relação a 2022, quando a instituição contabilizou 7.164 procedimentos.

Os dados referem-se às produtividades dos núcleos especializados na questão e mantidos pela DPCE em Caucaia, Maracanaú e Crato, além das atuações na Casa da Mulher Brasileira, em Fortaleza, e nas quatro unidades da Casa da Mulher localizadas em Juazeiro do Norte, Sobral, Quixadá e Ibiapina.

Além do atendimento para garantir medidas protetivas à vítima de violência doméstica no sentido de resguardar a integridade física dessa mulher, o Nudem também dá entrada em ações para garantir a ela direitos decorrentes da relação com o agressor, tais como divórcio, pensão alimentícia, partilha de bens, guarda de filhos, regulamentação do direito de visita, dentre outros serviços.

Segundo a supervisora do Núcleo de Enfrentamento à Violência contra a Mulher (Nudem) da DPCE da Capital, a defensora Jeritza Braga, a progressão dos números é por conta do conhecimento da população sobre a temática. Segundo ela, os canais de comunicação e o trabalho que a DPCE faz em educação de direitos contribuem para isso.

“Hoje em dia, as mulheres estão tomando conhecimento de que, além da violência física, existem outras formas de violência. Outra coisa que elas também têm percebido é sobre a atuação específica que a instituição tem voltada para as mulheres vítimas de violência doméstica”, destaca.

Com informações do G1 Ceará.

42% das crianças e jovens de até 19 anos vivem em domicílios sem rede de esgoto adequada no Ceará

Foto Netinho Rodrigues
No Ceará, mais de 1 milhão de crianças e adolescentes vivem em domicílios sem acesso a sistema de esgotamento sanitário adequado. Essa quantidade corresponde a 42% da população de 0 a 19 amos do Estado residente em domicílios particulares permanentes ocupados. O levantamento foi feito pelo Diário do Nordeste a partir do Censo Demográfico 2022, cujos dados sobre características dos domicílios foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em fevereiro.

Entre essa parcela de jovens do Ceará que moram em locais sem acesso à rede adequada, a maioria (86%) utiliza fossa rudimentar ou buraco. Em números absolutos, esse grupo corresponde a 892.149 crianças e adolescentes.

Por outro lado, 58% da população dessa idade tem acesso a sistema de esgotamento sanitário considerado adequado pelo Plano Nacional de Saneamento Básico. Isso inclui aqueles domicílios com acesso à “rede geral, rede pluvial ou fossa ligada à rede” ou com “fossa séptica ou fossa filtro não ligada à rede”.

Com informações do Diário do Nordeste 

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