Testemunhas afirmam que ele tentou apartar discussão entre guarda e outra pessoa - Cristiano escreveu em uma rede social horas antes de morrer: 'Valorize os que estão do seu lado - A vida não avisa quando vai acabar'
Um policial militar foi morto na noite de domingo (8) em Nilópolis, na Baixada Fluminense. Cristiano Loiola Valverde estava na Praça Santos Dumont quando se envolveu em uma discussão com Max Aurélio da Costa Biassotto Ferreira, que é guarda municipal no Rio de Janeiro. Horas antes da morte, Cristiano postou um texto sobre o Dia dos Pais e a importância de valorizar a vida em uma rede social.
Testemunhas contaram que Cristiano estava tentando apartar uma discussão entre Max e outra pessoa. O guarda teria sacado uma arma e feito pelo menos 12 disparos contra o PM, que morreu no local. Ambos estavam de folga.
Max Aurélio foi detido por pessoas que estavam na região e preso em flagrante por um segundo policial militar, que também estava de folga e passava pela região.
O guarda municipal foi levado para a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). Os agentes coletaram os depoimentos de testemunhas e tentam compreender o que pode ter motivado o crime.
Acusado de matar ex-companheira em Milagres, sobrevivente e testemunhas serão ouvidos na Justiça
Primeira audiência de instrução do processo criminal está marcada para a próxima terça-feira

Cícera Samires dos Santos Souza foi morta a tiros pelo namorado quando trabalhava como vendedora em uma ótica na cidade de Milagres
A primeira audiência de instrução do feminicídio contra Cícera Samires dos Santos Souza e da tentativa de homicídio contra uma amiga dela, ocorridos no Município de Milagres, acontecerá na próxima terça-feira (10), na Justiça Estadual. O acusado pelos crimes que chocaram a Região do Cariri, Hélio Adelino da Silva, a vítima sobrevivente e testemunhas serão ouvidas pelo juiz, por videoconferência.
A audiência está marcada desde o dia 28 de junho deste ano e as partes já foram intimadas para participar. Hélio deve entrar na sala virtual direto da Cadeia Pública de Juazeiro do Norte, onde está preso. Entre as testemunhas estão familiares de Cícera e policiais que atenderam a ocorrência.
Os crimes aconteceram na manhã de 10 de novembro de 2020. De acordo com a denúncia do Ministério Público do Ceará (MPCE), Hélio Adelino invadiu uma ótica, localizada no Centro de Milagres, e efetuou "vários disparos a queima roupa" que mataram Cícera Samiris.
Em seguida, o acusado recarregou a arma e se dirigiu a outra loja, de produtos para bebês, para procurar uma amiga de Cícera. "Cadê a outra rapariga? Cadê tu, rapariga? Tu tá onde?", disse ele, segundo o MPCE. A mulher conseguiu se esconder e o homem fugiu. Mesmo assim, o órgão acusatório entendeu que ele cometeu uma tentativa de homicídio.
As polícias Civil e Militar começaram uma busca intensiva pelo suspeito por Milagres e cidades vizinhas, que culminou na sua prisão, na Zona Rural do mesmo Município onde aconteceram os crimes, dois dias depois.
Familiares de Cícera contaram à Polícia que ela e Hélio estavam separadas há cerca de duas semanas. Após voltar de uma viagem, a mulher começou a receber áudios com ameaças de morte do ex-companheiro.
Um dia antes do feminicídio, o acusado foi até a residência da ex-companheira, na sua ausência, e rasgou várias roupas dela com uma faca. O comportamento agressivo do homem fez ela registrar um Boletim de Ocorrência (B.O.) naquele mesmo dia.

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