O Ceará recebeu, nesta segunda-feira (09), 73.800 doses de vacinas da Coronavac. Ainda hoje, outras 154.440 da Pfizer chegam ao Estado. A informação foi divulgada pelo governador Camilo Santana. As vacinas da CoronaVac serão utilizadas para D1 e D2, enquanto o lote da Pfizer será para aplicação de D1, de acordo com informações do Ministério da Saúde.
O Ceará deve receber, no dia 25 de agosto, um lote com 3 milhões de doses de Coronavac. Foi o que afirmou o Secretário Estadual de Saúde, Dr Cabeto, nesta segunda-feira (09), após assinar o contrato para aquisição direta do imunizante. A aquisição foi feita em parceria com o laboratório Sinovac e Instituto Butantan.
Com a assinatura, o documento já foi enviado ao Instituto, que deve fornecer as doses extras para imunização de cearenses contra a Covid-19. Segundo o governador Camilo Santana, a intenção da compra seria prevenir os atrasos causados pela distribuição do Plano Nacional de Imunização.
Cabeto explicou, que a organização para a utilização das vacinas já está em andamento. A intenção é utilizar 1,5 milhão de doses para aplicação rápida, com estoque das demais para inoculação de segunda dose, cerca de 30 dias após o primeiro processo.
TSE pede que Bolsonaro e deputado sejam investigados por suposto vazamento de dados sigilosos
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o deputado federal Filipe Barros (PSL-PR) viraram alvo de notícia-crime encaminhada ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para investigar a suspeita de divulgação de dados sigilosos de inquérito da Polícia Federal (PF).
A PF apura um ataque hacker sofrido pela Corte em 2018. Todos os integrantes do TSE assinam o pedido. Eles requerem que Bolsonaro e o parlamentar sejam investigados no âmbito do inquérito das fake news por "possível conduta criminosa".
Os magistrados também pedem que seja determinada a exclusão das publicações de ambos sobre o tema. Bolsonaro fez a publicação após afirmar em programa da rádio Jovem Pan que comprovaria a fraude nas urnas eletrônicas.
Um dia depois, o TSE desmentiu o presidente e disse que o episódio, que ocorreu em 2018, "embora objeto de inquérito sigiloso, não se trata de informação nova". Segundo o tribunal, "o acesso indevido, objeto de investigação, não representou qualquer risco à integridade das eleições de 2018.
Isso porque o código-fonte dos programas utilizados passa por sucessivas verificações e testes, aptos a identificar qualquer alteração ou manipulação. Nada de anormal ocorreu".


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